- Peter Mandelson foi preso sob suspeita de má conduta no exercício de cargo público, apesar de ter acordado com a polícia prestar depoimento voluntário no próximo mês.
- O anúncio veio pouco tempo depois de ele retornar para casa na terça-feira, após sua detenção.
- O comunicado foi feito pelos advogados dele, Mishcon de Reya, escritório londrino especializado em gestão de crise e proteção de reputação.
- A nota destaca que a prisão partiu de uma alegação infundada de que Mandelson planejava deixar o país e mudar-se permanentemente para o exterior.
- Os advogados pedem à polícia metropolitana (MPS) que apresentem as evidências usadas para justificar a prisão, afirmando que o objetivo é cooperar com a investigação e limpar o nome dele.
Peter Mandelson foi detido na véspera sob suspeita de conduta imprópria no exercício de função pública. O político foi encaminhado à delegacia e, segundo a defesa, havia combinado prestar depoimento à polícia de forma voluntária no próximo mês. A prisão ocorre após uma série de controvérsias envolvendo o ex-ministro.
A defesa, representada pelo escritório Mishcon de Reya, publicou um posicionamento curto com várias leituras estratégicas. O texto destaca que a detenção foi motivada por uma alegação infundada de que Mandelson pretendia deixar o país e fixar residência no exterior, informação que os advogados afirmam não ter qualquer fundamento.
Os advogados questionaram publicamente as evidências utilizadas pela polícia para justificar a prisão, pedindo que a Met Police apresente os documentos que embasaram a decisão. O objetivo é esclarecer os elementos que sustentam a atuação policial sem prejudicar eventual processo judicial.
A parte jurídica também enfatizou que a prioridade de Mandelson é cooperar com a investigação e limpar seu nome. O político nega qualquer ganho financeiro e já reiterou sua disposição de cumprir as responsabilidades legais, mantendo o foco na defesa do seu histórico público.
Contexto e desdobramentos
Segundo apuração, a detenção coincidiu com a divulgação de mensagens privadas que circularam entre amigos próximos após a ordem de libertação, buscando moldar a narrativa pública. A defesa afirma que tais mensagens não alteram a natureza das acusações nem o andamento do inquérito.
A linha de comunicação adotada pelo escritório de Mandelson busca pressionar por transparência nas apurações, ao mesmo tempo em que mantém o político na linha de atuação cooperativa com as autoridades. A situação segue em desenvolvimento, com nova atualização esperada sobre as informações oficiais.
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