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Elite iraniana é acusada de hipocrisia em relação a vidas de crianças no Ocidente

Elite iraniana é acusada de hipocrisia por usar riqueza estatal para financiar vidas ocidentais de seus filhos, em meio à crise no Irã

Among those singled out for criticism is Ali Larijani, Iran’s top national security adviser, whose daughter Fatemeh Ardeshir Larijani lives in the US.
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  • Membros da elite governante do Irã são acusados de hipocrisia por supostamente usar a riqueza do Estado para financiar a vida no ocidente de seus filhos adultos, enquanto o país enfrenta miséria econômica e repressão.
  • Entre os críticos está Ali Larijani, antigo presidente do parlamento e conselheiro nacional de segurança, cuja filha vive nos Estados Unidos e dois sobrinhos na Grã-Bretanha e no Canadá.
  • Em 2024, acredita-se que quatro mil filhos e parentes de autoridades do regime vivam em países ocidentais, segundo a avaliação de opositores.
  • O Washington prometeu revisar privilégios de oficiais iranianos e familiares para permanecerem nos Estados Unidos, embora não haja clareza sobre a implementação.
  • Outros casos citados incluem familiares de Hassan Rouhani e de Mohammad Javad Zarif, com vínculos a instituições como Deutsche Bank e universidades no exterior.

O grupo de oposicionistas acusa os membros da elite iraniana de hipocrisia ao financiar, com recursos estatais, a vida de seus filhos adultos no ocidente, enquanto o país enfrenta crise econômica e repressão interna. A denúncia surge em meio a tensões entre Irã e EUA, com indicações de possível escalada militar.

Entre os citados está Ali Larijani, assessor de segurança nacional, com filha nos EUA e dois sobrinhos no Reino Unido e no Canadá. Ele foi figura-chave na estrutura governante, já tendo ocupado cargos de alta relevância no regime.

A acusação aponta ainda que Larijani teria participação na repressão contra protestos que abalaram o Irã em janeiro. O líder supremo Ali Khamenei seria responsável por ordens ligadas a uma preparação para possível confronto com os Estados Unidos.

A crítica pública destaca que os filhos de autoridades estariam recebendo bolsas e benefícios para estudar no exterior, financiados pelo Estado, gerando indignação entre cidadãos que sofreram com a crise econômica. A afirmação é corroborada por analistas e ativistas.

Contexto internacional

Segundo analistas, cerca de 4 mil parentes de dirigentes estariam vivendo na prática ocidental em 2024, alimentando o debate sobre privilégios ligados ao poder. Observadores dizem que essas ligações podem ter uso estratégico para potências ocidentais.

Outro ângulo destacado é o impacto sobre a credibilidade interna do regime, diante de imagens de riqueza em contraste com dificuldades de grande parcela da população. Ativistas chamam a prática de contraditória com as mensagens defendidas pelo governo.

Reações e desdobramentos

Registos apontam que algumas famílias associadas a figuras do regime estariam sob pressão para se reaproximar de políticas locais ou até enfrentar medidas migratórias. Em Washington, autoridades sinalizaram a intenção de revisar privilégios de oficiais iranianos e familiares no exterior.

Entre os casos citados, Fatemeh Ardeshir Larijani, filha de Larijani, foi desligada do Emory University Medical School, após petição online que pediu deportação. Outros nomes mencionados incluem familiares de Hassan Rouhani e Masoumeh Ebtekar, todos ligados a posições de destaque no regime.

A cobertura ressalta que as informações refletem fontes oposicionistas e especialistas independentes, sem confirmação oficial consolidada. Observadores destacam a complexidade de políticas de migração e de resposta a protestos no Irã.

Perspectivas

Analista consultado pela imprensa afirmou que a tensão pode ampliar o debate sobre o papel da elite e seus vínculos com o ocidente. Segundo ele, governos ocidentais costumam pesar fatores estratégicos ao lidar com familiares de regimes que atuam no exterior.

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