- Trump fará o discurso do State of the Union ao Congresso, em meio a queda de aprovação e preocupações com o custo de vida.
- Ele deve tratar do conflito com o Irã, mencionar planos que podem incluir intervenção militar e exaltar acordos de paz.
- O presidente pretende sustentar que a Suprema Corte errou nas tarifas e apresentar leis alternativas para recriar grande parte dos tributos.
- A economia desacelerou e a inflação avançou, ampliando a pressão sobre a aprovação de Trump e a leitura de seus planos econômicos.
- Democratas já planejam faltar ao discurso; a governadora da Virgínia Abby Spanberger fará a resposta oficial democrata, e o senador Alex Padilla apresentará a réplica em espanhol.
O presidente dos EUA, Donald Trump, fará o tradicional discurso sobre o Estado da União ao Congresso nesta terça, em meio a desafios políticos e econômicos. A fala ocorre em Washington, com questões de Iran e acordos de paz no foco, e o medidor de popularidade em queda.
Trump chega ao discurso em um momento de tensões externas, com possibilidade de intervenção militar no Irã entre as opções discutidas por assessores. O governo também prepara o tom para defender seus acordos de paz e cobrar resultados internos.
A projeção indica que o presidente contornará decisões judiciais sobre tarifas e apresentará argumentos para manter a agenda econômica, ressaltando avanços na bolsa, investimentos privados e cortes de impostos, conforme apontam assessores da Casa Branca.
Internamente, o governo enfrenta uma paralisação parcial do DHS por divergências sobre políticas de imigração, além de críticos que questionam a condução econômica diante da inflação e do custo de vida. A oposição planeja respostas distintas.
A cobertura destaca que Trump busca contornar críticas e apontar avanços econômicos como resposta às preocupações com o custo de vida, enquanto aguarda reações de moderados no Congresso e da opinião pública de olho nas eleições de meio de mandato.
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