- Trump fará o discurso anual do Estado da União diante do Congresso, buscando apresentar o sucesso do seu primeiro ano no mandato.
- O momento ocorre antes das eleições de meio mandato, com pesquisas mostrando queda de aprovação em relação à economia e à imigração.
- O tema inclui tensões com o Irã e o contexto de força militar, além de mencionar a prisão de Nicolás Maduro por forças americanas semanas antes.
- O Partido Democrata surfou a preparação da resposta: Abigail Spanberger lidera a resposta em nome do partido, e Alex Padilla fará a versão em espanhol; alguns democratas devem não assistir ou enviar convidados como forma de protesto.
- A sessão deve contar com aliados de Trump e alguns juízes da Suprema Corte presentes; a Corte, que flexibilizou parte das políticas de tarifas recentemente, é citada como pano de fundo.
Donald Trump fará nesta terça-feira o discurso sobre o Estado da União, na sessão conjunta do Congresso, para apresentar o “sucesso” do seu primeiro ano no governo. O tom oficial ocorre em meio a pesquisas que indicam queda de apoio aos temas centrais, como economia e imigração.
O pronunciamento acontece diante de um cenário de acúmulo de tensão com o Irã e de ações militares no passado recente. O presidente enfrenta críticas sobre o desempenho na economia e na gestão da imigração, com a eleição de meio período em novembro no horizonte.
A cerimônia é vista como momento-chave para a recuperação de presença de Trump na arena política, antes das eleições de meio mandato. O discurso ocorre em Washington, com aliados do GOP presentes e ministros participando de forma pública.
Contexto político e convidados
Democratas planejam resposta paralela ao discurso, com Abigail Spanberger como porta-voz da reação tradicional em espanhol, representando a comunidade hispânica. O grupo MoveOn organiza contraponto para reforçar críticas às políticas do governo.
Entre os convidados, há deputados que sinalizam descontentamento com a condução do governo, inclusive em relação à imigração. Alguns preferem levar acompanhantes para demonstrar oposição por meio de presença simbólica.
Projeções e cenário institucional
Espera-se que o discurso reúna governadores, membros do Legislativo e talvez alguns membros da Suprema Corte. A atual maioria conservadora da corte tem se posicionado de forma crítica a algumas iniciativas do governo, como tarifas unilaterais, o que pode influenciar o tom da sessão.
O formato do evento mantém a tradição de abertura com discurso presidencial, seguido de respostas políticas de oposição. A expectativa é de que Trump ressalte conquistas e defina prioridades para o restante do mandato.
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