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Senedd aprova implementação do projeto de morte assistida de Westminster

Senedd aprova implementação do projeto de morte assistida de Westminster; se aprovado pelo House of Lords, haverá novo voto no País de Gales após as eleições de maio

Member of the Welsh assembly voted 28 for and 23 against the Westminster assisted dying bill.
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  • A Senedd do País de Gales aprovou a implementação do projeto de lei de morte assistida de Westminster, com 28 votos a favor, 23 contra e duas abstenções.
  • A decisão depende da aprovação pela Câmara dos Comuns; se aprovada, exigirá nova votação no Senedd após as eleições welsh de maio.
  • A votação tratou de elementos do direito devolvidos; não houve referendum sobre a legitimidade do projeto, mas se o serviço ficaria disponível no NHS galês.
  • A sessão foi atípica: voto livre para membros do Partido Trabalhista, Conservador e Plaid Cymru, o que tornou o resultado imprevisível; já houve rejeição em dois momentos anteriores (2024 e 2014).
  • O governo galês afirmou que a rejeição poderia levar prestadores privados a oferecer serviços ou fazer com que pessoas precisassem viajar para a Inglaterra; o texto enfrenta mais de novecentas emendas na Câmara dos Lordes.

O Senedd do País de Gales aprovou a implementação do projeto de Lei de morte assistida de Westminster, evitando que pessoas terminais precisem viajar para a Inglaterra ou recorrer a provisionamento privado. A votação ocorreu na terça, em plenário ampliado, com 28 votos a favor, 23 contrários e 2 abstenções.

A decisão não avaliou a legitimidade do texto, mas elementos da lei que afetam competências devolvidas, isto é, se o serviço deve constar no NHS galês. A votação, de rito, ocorreu com votação livre entre membros do Labour, Conservadores e Plaid Cymru.

O episódio provocou debates sobre soberania constitucional. Vários membros levantaram objeções éticas, enquanto advogavam contra a assinatura sem clareza sobre impactos no Wales. Plaid Cymru criticou a falta de análise sobre as implicações constitucionais.

A premiê de saúde galês, Jeremy Miles, argumentou que rejeitar a lei poderia levar a serviços privados em Wales ou à necessidade de viajar para a Inglaterra. O texto aprovado envolve a cooperação entre Westminster e as autoridades de saúde locais.

Desdobramentos e prazo

Se o Lords aprovar, o tema exigirá novo voto no Senedd após as eleições galesas de maio. A Câmara dos Comuns já autorizou, no ano passado, que o Senedd não tenha veto sobre a legalidade da morte assistida em Wales, o que facilita emendas em debate no Lords.

Contexto adicional aponta que, na Escócia e na Irlanda do Norte, a legislação penal é devolvida, ao passo que no Wales não. Analistas veem esse dilema como um dos mais complexos sistemas de justiça criminal da Europa.

A votação marca um momento de tensão entre soberania regional e legislação nacional. Defensores destacam que o Welsh NHS poderia oferecer a opção, caso o projeto siga adiante, enquanto críticos alertam para riscos constitucionais.

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