- Os presidentes da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e do Conselho, António Costa, viajaram a Kiev para apoiar Zelenski, com a expectativa de formalizar um crédito de 90 bilhões de euros e manter o pacote de sanções contra Moscou.
- Os EUA não enviaram nenhum alto representante à comemoração do quarto aniversário da invasão russa.
- A comitiva europeia incluiu chefes de Estado e de governo de países nórdicos e bálticos, além de ministros, com a Espanha representada pelo ministro de Relações Exteriores, José Manuel Albares.
- Zelenski pediu, em discurso por videoconferência ao Parlamento Europeu, que a Ucrânia tenha data de adesão à União Europeia, apontando 2027 como meta, embora haja ceticismo entre alguns membros.
- O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, boicotou a homenagem, evidenciando limites à unidade europeia diante da conjuntura geopolítica.
A viagem de alto nível mostrará o alinhamento europeu com a Ucrânia no quarto aniversário da invasão russa. Os presidentes da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e do Conselho, António Costa, dirigem-se a Kiev para apoiar o presidente Volodímir Zelenski. O objetivo é reafirmar o compromisso com Kiev, discutir suporte financeiro e manter pressão sobre Moscou.
A agenda inclui a oficialização de um crédito de 90 bilhões de euros para Ucrânia e a adoção do 20º conjunto de sanções contra Moscou. Estados-Membros têm interesse em manter a Ucrânia estável e próxima de fontes de financiamento, apesar das dificuldades políticas internas na região.
Bruxa de Orbán boicota a cerimônia, destacando tensões internas da UE. O primeiro-ministro húngaro enfrenta críticas por alinhamento com a Rússia, em meio a uma campanha eleitoral. O apoio europeu permanece firme, mesmo com limites aparentes na cooperação.
A ausência de autoridades americanas de alto escalão marca uma diferença na esfera de influência. Washington sinaliza prioridade a decisões próprias, mas continua a exercer pressão estratégica sobre as negociações de paz. O papel da UE é apontado como essencial para a estabilidade regional.
Zelenski participou de um discurso por videoconferência ao Parlamento Europeu, solicitando que a Ucrânia seja integrada à UE o quanto antes, idealmente até 2027. A data gerou controvérsia entre membros, com dúvidas sobre a viabilidade prática dessa adesão.
A comitiva europeia também reuniu-se com representantes de voluntários e com governos nórdicos e bálticos presentes em Kiev. O encontro visa consolidar uma coalizão de apoio, incluindo governos que defendem pacificação e reforços militares temporários para a Ucrânia.
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