- Democratas da comissão de supervisão iniciaram uma investigação para apurar se o Departamento de Justiça dos EUA ocultou materiais relacionados a alegações contra o presidente Donald Trump nos arquivos de Epstein.
- A acusação envolve uma mulher que afirmou ter sido vítima de abuso sexual por Trump décadas atrás, quando era menor, e que parte do material não foi divulgado ao público.
- A NPR informou que o DoJ pode ter escondido mais de 50 páginas de entrevistas do FBI e de notas de conversas com a acusadora.
- Segundo a reportagem, o DoJ removeu de um banco de dados público documentos que mencionavam Trump nas ligações com o caso Epstein.
- O White House negou irregularidades na gestão dos arquivos e reiterou que nada foi deletado, mantendo a publicação de documentos disponíveis sempre que não há motivos legais para sua restrição.
Dações dos Democratas: comitê de fiscalização anunciou nesta terça-feira abertura de uma investigação para verificar se o Departamento de Justiça (DoJ) escondeu materiais sobre alegações envolvendo o ex-presidente Donald Trump nos arquivos de Epstein. A apuração mira possível retenção de entrevistas relacionadas a uma denúncia de abuso sexual de uma mulher, ainda quando era menor de idade.
Os democratas afirmam ter revisado registros de evidências não redigidos no DoJ e apontam indícios de retenção de entrevistas com a suposta vítima. O objetivo é tornar públicos os documentos segundo o subpoena do comitê e a Lei de Transparência dos Arquivos Epstein, segundo o parlamentar.
A investigação surge após um relatório da NPR, que sustenta ter sido ocultado material de mais de 50 páginas de entrevistas do FBI e de notas de conversas com a mulher que acusou Trump. Também aponta remoção de documentos da base pública que mencionam Trump em relatos sobre Epstein.
Contexto
Segundo a NPR, uma linha de investigação sobre Trump foi enviada ao escritório do FBI em Washington, para viabilizar a entrevista com a acusadora. O material inclui referência a figuras de destaque em investigações de tráfico envolvendo Epstein e Ghislaine Maxwell.
O DoJ e a Casa Branca negaram irregularidades, afirmando que nenhum documento relevante foi excluído e que, se houver red ações, os arquivos são restituídos online. O porta-voz da Casa Branca reiterou que todos os documentos respondivos foram produzidos, salvo exceções como duplicatas ou investigações em andamento.
Trump nega qualquer envolvimento ou irregularidade, como já havia feito anteriormente, e não houve resposta direta sobre as novas acusações apresentadas pela NPR. A imprensa continua acompanhando a evolução da apuração e a confirmação de novos dados.
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