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Conselho de Ética da Alesp abre cassação contra Lucas Bove

Conselho de Ética da Alesp abre dois processos contra Lucas Bove por violência política de gênero; relatoria fica com Ediane Maria e cassação é possível

O deputado estadual Lucas Bove (PL-SP). Foto: Redes Sociais/Reprodução
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  • O Conselho de Ética da Assembleia Legislativa de São Paulo abriu dois processos disciplinares contra o deputado Lucas Bove (PL) por violência política de gênero.
  • As representações foram apresentadas pela deputada Mônica Seixas (PSOL) e acolhidas por unanimidade; o relator será Emídio de Souza (PT).
  • Além disso, Ediane Maria (PSOL) também apresentou representação contra Bove, com o caso tendo relatoria de Eduardo Nóbrega (Podemos).
  • Paula Nunes (Bancada Feminista, PSOL) teve uma representação arquivada contra Bove.
  • Bove não compareceu à sessão; ele já é réu em ação por violência doméstica, ameaça e perseguição envolvendo a ex-mulher Cíntia Chagas.

O Conselho de Ética da Assembleia Legislativa de São Paulo abriu dois processos disciplinares contra o deputado estadual Lucas Bove (PL). Os casos podem levar à cassação do mandato.

As representações foram apresentadas pela deputada Mônica Seixas (PSOL) e pela deputada Ediane Maria (PSOL). Elas o acusam de violência política de gênero em sessões da Alesp.

A votação ocorreu nesta terça-feira, 24, e foi unânime entre os membros que aprovaram a abertura dos processos. O relator será Eduardo Nóbrega (Podemos).

Bove também responde a outra representação movida pela deputada Ediane Maria, que o acusa de violência política de gênero e injúria racial. O caso terá relatoria de Nóbrega.

A minuta de Ediane Maria foi acolhida com votos favoráveis de Delegado Olim (PP), Emídio de Souza (PT) e Paula da Bancada Feminista. Rafael Saraiva (União Brasil) e Eduardo Nóbrega votaram pela inadmissibilidade.

Outra representação apresentada pela Paula Nunes da Bancada Feminista (PSOL) contra Bove foi arquivada. A pauta desta terça não tratou disso, segundo o presidente do colegiado, Delegado Olim.

Bove deixou a sessão; não compareceu aos trabalhos. Ele já moveu representações contra Mônica Seixas e Paula Nunes, que foram negadas por unanimidade.

A mesa informou que os dois casos de violências políticas em andamento devem ser analisados ainda neste semestre, conforme expectativa do Conselho de Ética.

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