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China aparece como possível vencedora na guerra da Ucrânia

China se beneficia del desgaste europeo, americano y ruso en la guerra de Ucrania, mientras Moscú depende de Beijing y Europa asume los costos

El presidente de China, Xi Jinping, y el ruso, Vladímir Putin, en Pekín el pasado mes de septiembre.
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  • A guerra entre Rússia e Ucrânia não tem vencedor claro; nem Moscou nem Kiev, nem UE e EUA saem fortalecidos.
  • China aparece como ganhadora indireta, mantendo distância retórica prática e colhendo benefícios com o desgaste alheio.
  • Rússia depende de China para apoio estratégico e mantém vantagens como hidrocarbonetos e know-how, aumentando a cooperação.
  • Ucrânia resiste e, apesar de recuperar terreno inicialmente, sofre danos extensos; o apoio europeu persiste, mesmo com custos elevados.
  • EUA e Europa enfrentam desgaste político e cansaço entre aliados, enquanto a UE sustenta o suporte a Kiev.

Niilater: A guerra na Ucrânia completa quatro anos e a balança não favorece nem Moscou nem Kiev, nem a UE ou os EUA. Um ator sai ganhando: China, que aproveita o desgaste alheio para avançar. O conflito continua sem vencedor claro.

Rússia buscou subjugação, ampliar influência e desgastar adversários, além de contornar a expansão da OTAN. Kiev resistiu, reconquistou terreno inicialmente, mas enfrenta danos profundos e custos econômicos elevados.

Europa e EUA alimentam apoio a Kiev, porém enfrentam cansaço político e fragilidades estratégicas. A relação transatlântica passa por dúvidas sobre credibilidade, com impactos na coesão de alianças.

China, o papel central

China não sofre desgaste significativo e obtém vantagens na medida em que o conflito persiste. Pequim sustenta o apoio ao regime russo, aproveita-se de tensões entre EUA e Europa e continua a fortalecer sua posição energética e tecnológica.

Rússia depende de China para manter-se firme, inclusive com acesso a hidrocarbonetos e know-how. Ao mesmo tempo, a China reforça sua autonomia econômica e tecnológica frente a pressões externas, ampliando ganhos estratégicos.

Europa e EUA estudam como reduzir dependências e manter a pressão sobre Moscou. O desgaste europeu permanece alto, com impactos econômicos e políticos que moldam escolhas de defesa e políticas externas.

O cenário geopolítico aponta para ganhos relativos da China enquanto o tabuleiro da Ucrânia permanece estável, porém com custos humanos elevados. A situação segue em evolução e sem conclusão definida.

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