- A Rússia abriu uma investigação criminal contra Pavel Durov, fundador e CEO do Telegram, após ter restringido o acesso ao aplicativo no início do mês.
- A previsão foi divulgada pela agência Reuters.
- A acusação envolve suposta atuação de Durov em relação ao que as autoridades classificam como auxílio ao terrorismo.
- Durov comentou a situação em uma publicação na plataforma X, alegando que o governo fabrica pretextos para limitar o acesso ao Telegram e restringir a privacidade e a liberdade de expressão.
- O fundador classificou a reação do Estado como um “espetáculo triste” diante do medo de parte do governo de enfrentar a população.
A Rússia abriu uma investigação criminal contra Pavel Durov, fundador e CEO do Telegram, após já ter restringido o acesso ao aplicativo de mensagens no país neste mês. A ação envolve o empresário e chefe da plataforma.
Segundo a agência Reuters, a investigação ocorre em meio a medidas do governo russo para limitar a privacidade e o acesso dos cidadãos ao Telegram, sob alegação de combate ao terrorismo.
Durov comunicou a repercussão em uma postagem na rede X nesta semana, afirmando que o Estado usa novos pretextos para restringir o acesso ao serviço. Ele também criticou as autoridades por supostamente buscar o controle da comunicação e da privacidade dos russos.
Não foi informado se a investigação envolve outras pessoas ou quais acusações específicas foram formalizadas, além da menção a apoio a atividades terroristas, conforme a narrativa oficial russa. A situação amplia o embate entre o governo e a plataforma de mensagens.
A reportagem da Reuters destacou que o caso se soma a ações recentes para restringir serviços digitais no país, em contexto de debates sobre direitos de privacidade e liberdade de expressão. As autoridades não divulgaram novos detalhes sobre o andamento da apuração.
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