- Martin Lewis interrompeu Kemi Badenoch ao vivo no Good Morning Britain para discordar do plano do Partido Conservador de cortar juros de empréstimos estudantis no Reino Unido, referente aos empréstimos do plano dois (início entre 2012 e 2022).
- O governo planeja eliminar aumentos de juros acima da inflação e financiar a medida cortando milhares de cursos universitários considerados sem “valor para o dinheiro” para os estudantes.
- A enviada à educação do Partido Trabalhista, Laura Trott, disse que a medida poderia incluir cursos de artes criativas.
- Badenoch sustenta que a mudança beneficiará todo mundo, enquanto Martin Lewis afirma que a política favorecerá apenas quem tem salários mais altos e defende aumentar o patamar de restituição para ajudar os estudantes de renda média.
- O caso é usado como exemplo por Nadia Whittome, que disse ter saído da universidade em 2019 com cerca de £ 49,6 mil de dívida e pagamentos que não reduziram significativamente o saldo, mesmo ganhando entre os 5% mais bem pagos como deputada.
Martin Lewis interrompe ação de Kemi Badenoch ao vivo no Good Morning Britain para discordar da política dos Conservadores sobre empréstimos estudantis. O momento ocorreu durante entrevista no set da ITV, em Londres, com o tema centrado na redução de taxas de juros.
A proposta conservadora de cortar juros acima da inflação vale para os chamados planos dois, para estudantes que iniciaram cursos entre 2012 e 2022. O financiamento viria pela redução de ofertas de cursos universitários considerados sem retorno financeiro.
Acritério político e acadêmico aumentam o escrutínio sobre impacto real. Laura Trott, autora da educação no shadow cabinet, sinalizou que áreas criativas poderiam ser afetadas pela redução de oferta. Pesquisas indicam que o atual sistema é visto como oneroso para a maioria dos ex-alunos.
Reações e contexto
Nadia Whittome, deputada do Labour, citou dívidas elevadas ao deixar a universidade em 2019, destacando que as parcelas não reduziram significativamente o débito. O apresentador Ed Balls questionou se o plano beneficiaria a maioria dos estudantes.
Martin Lewis, que divulga-se como especialista em finanças, criticou a medida ao vivo, argumentando que a mudança deveria mirar o teto de pagamento e não apenas os juros. Badenoch manteve que a proposta beneficiaria todos os formados.
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