- os Estados Unidos evacuaram dezenas de não essenciais da embaixada em beirute devido a tensões com o irã, com navios de guerra e caças posicionado na região.
- estima-se que entre trinta e cinquenta funcionários da embaixada tenham deixado o país pelo aeroporto internacional beirute–rafiq hariri para evitar retaliação iraniana.
- a embaixada permanece operando com a equipe central; a evacuação é uma medida temporária para a segurança e a continuidade de serviços aos cidadãos norte-americanos.
- washington e teerã devem realizar o terceiro ciclo de negociações indiretas em genebra, na quinta-feira, sobre limitações ao programa nuclear do irã; o ex-presidente Donald Trump disse buscar um acordo significativo.
- os EUA enviaram duas porta-aviões, dezenas de caças, navios de guerra e aeronaves avançadas para a região, em uma de maior demonstração de poder naval desde antes da guerra do Iraque.
Dois a três parágrafos de texto antes de qualquer subtítulo.
Os Estados Unidos evacuaram dezenas de funcionários não essenciais da embaixada em Beirute, Líbano, devido ao avanço de posicionamentos militares na região. Navios e aeronaves de guerra foram deslocados em preparação para possível ataque contra o Irã. A medida visa reduzir o risco para o pessoal diplomático.
A retirada envolve estimativas entre 30 e 50 funcionários da embaixada. Os evacues passaram pelo aeroporto internacional de Beirute, o que permitiu manter apenas o núcleo de atendimento em funcionamento. A missão ressalta que a operação é temporária.
A embaixada permanece com a equipe central, e a medida busca preservar a capacidade de atuação e a assistência a cidadãos americanos. Autoridades apontam que o Irã pode responder com ataques contra embaixadas ou bases militares dos EUA na região.
Contexto geopolítico
O Irã, segundo informações oficiais, participa de discussões indiretas com os Estados Unidos em Genebra sobre o programa nuclear. Uma nova rodada de negociações estava prevista para ocorrer na quinta-feira.
Paralelamente, o governo dos EUA tem reforçado a presença militar na região, com a inclusão de dois porta-aviões, dezenas de aeronaves de combate e navios de guerra, como parte de uma retaguarda estratégica.
Outros movimentos
Relatórios indicam que funcionários militares dos EUA também têm sido retirados de bases na Síria, em meio a temores de retaliação iraniana. O governo norte-americano nega que essas evacuações estejam ligadas a ações contra o Irã.
A Embaixada diz que a operação é temporária e não afeta a capacidade de assistência a cidadãos americanos. Não houve confirmação de ações militares imminentes por parte de Washington.
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