- Flávio Bolsonaro e Eduardo publicaram mensagens defendendo união para vencer as eleições, com uso de linguagem neutra e inclusão de “todes” e variações.
- Flávio pediu apoio de todos na campanha, divulgando foto com Jair Bolsonaro e destacando que o objetivo é ganhar a eleição.
- Eduardo afirmou que o Brasil precisa de união, ressaltou dois projetos distintos (Lula e Flávio) e que apoiar o irmão é claro; se ele não vencer, o país estaria em “página sombria”.
- O atrito remete à manifestação de 1º de março e envolveu cobrança por participação de Michelle Bolsonaro e Nikolas Ferreira, além de desentendimentos públicos entre aliados e respostas nas redes.
- Adversários celebram a “disputa”: Lindbergh Farias afirmou que o conflito ajuda a campanha de Lula.
O senador e pré-candidato à Presidência, aliado de Jair Bolsonaro, publicou mensagens buscando unidade entre apoiadores. O foco declarado é vencer a eleição, não disputar conflitos internos. Em uma postagem no X, ele deixou claro o desejo de contar com todos, inclusive com linguagem neutra.
O outro beligerante da dupla destacou que o Brasil precisa de união, afirmando haver dois caminhos claros: o atual governo e o projeto de Flávio. Disse que apoia o filho da forma que for necessária para o país, ressaltando que não há espaço para barganhas.
O desentendimento interna ganhou contornos após a convocação de uma manifestação em 1º de março. Aliados pressionaram por maior foco na anistia de condenados de atos golpistas.
Eduardo cobrou participação mais ativa de Michelle Bolsonaro e Nikolas Ferreira na campanha de Flávio. Alegou que troca apoio nas redes, mas que o senador não tem apoio suficiente, chamando a situação de amnésia.
Nikolas Ferreira respondeu, dizendo que não tem amnésia e que sabe o que enfrentou no passado. Michelle Bolsonaro publicou conteúdo ligado a refeições para o marido, que foi removido posteriormente. Um apelido pejorativo ligado a Eduardo gerou novas trocas de ataques.
Adversários viram a briga como vantagem para a oposição. Lindbergh Farias comentou que a discussão favorece Lula e o grupo de oposição, citando que o povo quer quem governe de verdade.
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