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Trump questiona por que Irã não capitulou diante da pressão militar dos EUA

Trump questiona por que Teerã não capitulou diante do aumento militar dos EUA, enquanto pressiona abandonar o urânio enriquecido e limitar mísseis

An F/A-18F Super Hornet prepares to make an arrested landing on the flight deck of the U.S. Navy's Nimitz-class aircraft carrier USS Abraham Lincoln (CVN 72) in the Arabian Sea February 15, 2026.
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  • o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está curioso sobre por que o Irã não capitulou e aceitou restringir seu programa nuclear, enquanto Washington aumenta sua presença militar no Oriente Médio, conforme o enviado especial Steve Witkoff.
  • Witkoff disse, em entrevista à Fox News, que Trump não quer usar a palavra “frustrado”, mas questiona por que o Irã não cede sob essa pressão e com o poder naval na região.
  • os EUA buscam que o Irã abandone urânio enriquecido e pare de apoiar militantes, além de aceitar limites ao programa de mísseis; Teerã afirma ter programa nuclear pacífico, mas pode aceitar restrições em troca de sanções.
  • Witkoff afirmou que o Irã tem enriquecimento além do necessário para uso civil, possivelmente a cerca de 60%, e que poderia estar a cerca de uma semana de obter material de fabricação de bombas em nível industrial.
  • um alto funcionário iraniano disse à Reuters que EUA e Irã ainda divergem sobre alívio de sanções; Witkoff disse ter se encontrado, a pedido de Trump, com Reza Pahlavi, exilado opositor do regime iraniano, sem detalhes adicionais.

O presidente dos EUA, Donald Trump, está curioso por que o Irã ainda não capitulou para frear seu programa nuclear, em meio ao aumento de capacidade militar na região, segundo Steve Witkoff, enviado especial.

Witkoff afirmou que o presidente não usa o termo frustração, mas questiona por que Teerã não admite ceder diante da pressão com a presença naval no Golfo e no Mar Vermelho.

Trump ordenou uma grande ampliação de forças no Oriente Médio e prepara uma possível ofensiva aérea de várias semanas contra o Irã, caso haja escalada do conflito. O Irã ameaça retaliação a bases dos EUA.

Disputa sobre o objetivo do programa nuclear

Washington pressiona o Irã para abrir mão de urânio enriquecido e limitar o programa, além de exigir fim ao apoio a militantes regionais. Tehran sustenta que o programa é pacífico, mas aceita eventuais recuos em troca de sanções.

O Irã diz que sua atividade nuclear está sob supervisão, rejeitando a vinculação do acordo nuclear a outras questões, como mísseis ou apoio a grupos armados.

Avanços e divergências em negociações

Witkoff mencionou que Teerã enriquece acima do necessário para uso civil e que o material pode avançar para uso industrial em breve. Ele aponta risco elevado caso o ritmo continue.

Um alto funcionário iraniano disse a Reuters que Washington e Teerã mantêm visões distintas sobre alívio de sanções, indicando desacordo sobre o desenho de um acordo futuro.

Contatos e contexto político

Witkoff afirmou ter se encontrado, a pedido de Trump, com Reza Pahlavi, figura da oposição ao regime iraniano. O encontro não teve detalhes publicizados.

Pahlavi vive no exílio e participou de manifestações recentes no Irã, que deixaram milhares de mortos. As ações buscaram apoio internacional para pressionar mudanças políticas.

Contexto estratégico

O governo dos EUA sustenta que a eventual retirada de sanções e limites ao programa nuclear devem ser acompanhadas de garantias de cessar o apoio a militantes. O Irã condiciona avanços a sanções e a mísseis.

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