- O Papa pediu paz para a Ucrânia, dizendo que o fim do conflito de quatro anos “não pode ser adiado.
- O apelo ocorreu durante a bênção dominical na Praça de São Pedro, no Vaticano.
- A guerra na Ucrânia completou mais de quatro anos desde a invasão russa em 24 de fevereiro de 2022, com ataques recentes envolvendo drones e mísseis.
- Os EUA tentam mediar um acordo entre Moscou e Kyiv, mas o progresso é limitado, com a Rússia exigindo a retirada ucraniana de partes do Donbas.
- O Papa descreveu a guerra como uma ferida que atinge toda a humanidade, causando mortes, destruição e sofrimento.
O Papa voltou a pedir paz na Ucrânia, afirmando que o fim do conflito de quatro anos não pode ser adiado. A fala ocorreu durante a bênção dominical na Praça de São Pedro, em Roma, em meio a esforços dos Estados Unidos para facilitar um acordo entre Moscou e Kyiv.
Segundo autoridades ucranianas, a Rússia intensificou ataques com drones e mísseis de cruzeiro durante a noite, voltados principalmente para infraestrutura no país. As ações reiteram o curso de hostilidades que já se estende há várias temporadas.
Na mensagem diante dos fiéis, o pontífice destacou o sofrimento humano causado pela guerra, com famílias desfeitas, perdas de vidas e destruição generalizada. Ele descreveu a guerra como uma ferida na família humana.
O Vaticano indicou que, apesar das tentativas de mediação lideradas pelos EUA, o progresso tem sido lento. Moscou exige que Kyiv retire suas forças de partes do Donbas Oriental, condição que Kyiv não aceitou.
O Santo Padre insistiu que a paz é uma necessidade urgente e deve nascer nos corações e se traduzir em decisões responsáveis. A fala ressalta o apelo inicial para uma solução diplomática duradoura.
O contexto internacional segue marcado pela busca de travas políticas entre as partes, com a comunidade internacional acompanhando de perto os próximos passos para reduzir a escalada e abrir espaço para negociações.
Fonte: Reuters.
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