- O ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Noël Barrot, afirmou que chamará o embaixador dos EUA na França, Charles Kushner, por comentários sobre a morte de Quentin Deranque.
- Deranque, ativista de extrema-direita, foi espancado até a morte em Lyon na semana passada, durante confronto com supostos ativistas da esquerda radical.
- A embaixada dos Estados Unidos na França e o escritório de contra-terrorismo do Departamento de Estado disseram estar monitorando o caso.
- Ambos haviam utilizado a rede social X para alertar que a “esquerda radical violenta está em ascensão” e que isso representa uma ameaça à segurança pública.
- A França não divulgou data da reunião, que deve ocorrer em breve entre Barrot e Kushner.
O ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Noël Barrot, afirmou que convocará o embaixador dos EUA, Charles Kushner, para tratar de declarações relacionadas à morte do ativista de direita Quentin Deranque, ocorrida em Lyon na semana passada. O encontro visa esclarecer o conteúdo das observações feitas após o crime.
Segundo a embaixada dos EUA na França e o escritório de contra-terrorismo do Departamento de Estado, ambos estavam monitorando o caso. Em publicações na X, as autoridades norte-americanas disseram que o crescimento do chamado radicalismo violento de esquerda representa uma ameaça à segurança pública.
Deranque foi morto após uma agressão durante um confronto com alegados ativistas de esquerda. A tensão entre grupos políticos tem provocado reações diplomáticas entre Paris e Washington, com a França buscando explicar as responsabilidades e evitar desinformação sobre o episódio.
- Detalhes adicionais: as autoridades francesas não divulgaram novas informações sobre possíveis prisões ou motivações disponíveis até o momento. A Procuradoria de Lyon continua investigando as circunstâncias do crime.
Subtítulo: Repercussão diplomática
A sequência dos acontecimentos sinaliza um desdobramento entre governos sobre o tratamento de discursos políticos na internet. Autoridades francesas enfatizam necessidade de responsabilização por atos de violência, independentemente da filiação ideológica.
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