- Governo australiano rejeitou reportagem da Sunday Telegraph de que preparava a repatriação de australianos em um campo sírio que abriga familiares de militantes do Estado islâmico.
- Os 34 mulheres e crianças foram libertados do campo na segunda-feira, mas retornaram ao centro de detenção por motivos técnicos, e devem seguir para Damasco antes de retornarem à Austrália.
- O ministro do Interior, Tony Burke, afirmou que não há repatriação em andamento nem reuniões com estados para esse fim.
- O primeiro-ministro Anthony Albanese também disse que o governo não ajudaria o retorno do grupo.
- A questão é política na Austrália, com apoio de outros grupos ao tema de imigração e segurança nacional.
O governo australiano rejeitou, neste domingo, a informação de que estaria preparando a repatriação de australianos no acampamento sírio que abriga familiares de militantes do Estado Islâmico. A publicação afirma que as famílias seriam trazidas em breve para a Austrália.
O grupo de 34 mulheres e crianças inicialmente foi liberado do campo no norte da Síria, mas voltou ao centro de detenções por motivos técnicos. A expectativa é de que sigam para Damasco antes de retornar ao país, mesmo com objeções de apoiadores e opositores.
O ministro do Interior, Tony Burke, negou veementemente as acusações de que haveria repatriação ou contatos com estados para esse fim. O primeiro-ministro Anthony Albanese também informou que o governo não auxiliaria o retorno do grupo.
Contexto político recente aponta para o tema como pauta sensível, com o aumento da atenção de partidos de direita e de imigração. O IS é listado como organização terrorista na Austrália, com penas de até 25 anos para membros.
Fontes: declarações oficiais de Burke e do governo australiano, relatos de imprensa locais. A situação permanece em aberto enquanto autoridades avaliam os próximos passos logísticos e legais.
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