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Espanha solicita à UE a suspensão de sanções ao presidente interino da Venezuela

Ministro espanhol pede à UE que levante sanções contra Delcy Rodríguez após aprovação de anistia limitada, em busca de normalização com a Venezuela

Venezuela's interim President Delcy Rodriguez speaks after receiving the text of the amnesty law meant to grant immediate clemency to individuals jailed for participating in political protests following its approval, at Miraflores Palace, in Caracas, Venezuela, February 19, 2026. REUTERS/Leonardo Fernandez Viloria
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  • Espanha pediu à União Europeia que levante as sanções impostas a Delcy Rodriguez, presidenta interina da Venezuela, após a aprovação de uma lei de anistia limitada para alguns presos.
  • Rodriguez assumiu o poder no mês passado, atendendo a exigências da administração Trump sobre venda de petróleo e liberou centenas de pessoas consideradas prisioneiras políticas por grupos de direitos humanos.
  • A União Europeia não respondeu diretamente ao pedido; a instituição disse estar pronta para usar ferramentas a seu alcance para apoiar a transição democrática na Venezuela.
  • As sanções da UE contra a Venezuela começaram em duas fases, em 2017 e 2018, envolvendo proibições de armas e de equipamentos de vigilância a oficiais venezuelanos, incluindo Rodriguez.
  • Grupos de direitos humanos afirmam que a anistia aprovada pela Assembleia Nacional, dominada pelo governo, não beneficia centenas de prisioneiros políticos; Caracas nega prisões políticas.

O ministro das Relações Exteriores da Espanha pediu à União Europeia que levante as sanções impostas à presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, após a aprovação de um projeto de anistia limitado para presos. O pedido ocorreu nesta sexta-feira, em meio a um movimento de normalização das relações entre Madrid e Caracas.

Delcy Rodríguez assumiu o poder no mês passado, após a destituição de Nicolás Maduro pelos EUA. O governo venezuelano tem liberado centenas de pessoas consideradas prisioneiras políticas por grupos de direitos humanos, como parte do esforço de abertura política.

A Espanha argumenta que sanções devem buscar objetivos específicos, não serem fim em si mesmas, para facilitar um diálogo amplo e pacífico. O chanceler espanhol afirmou que o sinal enviado seria positivo para a estabilidade regional.

Contexto internacional

A Comissão Europeia não comentou diretamente o pedido de Madrid, mas reiterou a disposição de usar ferramentas para apoiar a transição democrática na Venezuela. A UE impôs sanções desde 2017, incluindo embargo de armas e restrições a equipamentos de vigilância.

A Venezuela, governada pelo partido no poder, aprovou na quinta-feira uma lei de anistia com apoio unânime da Assembleia Nacional. Grupos de direitos humanos criticam a medida por não abranger amplamente presos políticos e por manter diversas detenções.

Historicamente, a UE sancionou altas autoridades venezuelanas em 2018, citando violações de direitos humanos. Caracas nega prisões políticas e sustenta que os detidos cometeu crimes. A situação segue sob escrutínio internacional.

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