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DHS mira jato de US$70 milhões para deportações

DHS avalia comprar jato Boeing 737-8 Max de 70 milhões de dólares para deportações e viagens de gabinete, com interior luxuoso e uso dual

Kristi Noem, the homeland security secretary, speaks to press on 13 February 2026, in Scottsdale, Arizona.
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  • O Departamento de Segurança Interna (DHS) avalia comprar um Boeing 737-8 Max por cerca de US$ 70 milhões para voos de deportação e uso em viagens de autoridades de governo.
  • O interior prometido inclui quarto, chuveiros, cozinha, quatro grandes televisores e um bar; a aeronave comporta no máximo de dezoito passageiros, com espaço para até quatorze pessoas dormirem.
  • Voos de deportação da Imigração e Controle de Alfândega (ICE) costumam transportar mais de cem detidos acorrentados, além de policiais, equipe médica e tripulação.
  • O DHS afirmou que, se aprovado pelo Escritório de Gestão e Orçamento (OMB), parte do interior poderá ser convertido para atender às missões de deportação.
  • O porta-voz do DHS disse que a aeronave terá dupla função (deportação e viagem de ministros), destacando supostos ganhos de custo; Kristi Noem, secretária de Segurança Nacional, é citada como responsável por esforços de reduzir ineficiências, embora tenha enfrentado críticas anteriores por gastos com jatos privados.

A Department of Homeland Security (DHS) está avaliando a aquisição de um jato Boeing 737-8 Max, avaliado em cerca de 70 milhões de dólares, para voos de deportação e para uso por autoridades do governo em compromissos oficiais. A informação foi publicada na sexta-feira e baseia-se em imagens obtidas pela NBC News do interior do avião.

Segundo as imagens, o interior inclui quarto com cama de casal, duchas, cozinha, quatro televisores de tela larga e um bar. A aeronave tem espaço para até 18 passageiros e pode acomodar 14 pessoas para repouso, conforme materiais de divulgação obtidos pela NBC.

Profissionais do DHS questionam, em privado, a necessidade de a ICE adquirir o jato em detrimento de manter o aluguel atual. Um funcionário não identificado disse que a ideia de usar a aeronave tanto para deportação quanto para deslocamentos de altos cargos é improvável na prática.

Plano e funcionamento

O DHS ainda não respondeu oficialmente ao pedido de comentário. Em declaração à NBC, um porta-voz afirmou que há planos de adaptar parte do interior, caso o Escritório de Orçamento e Administração (OMB) aprove o financiamento de 70 milhões de dólares solicitado pela ICE.

O porta-voz informou que, pelo menos, um quarto está sendo convertido para atender à missão de deportação. A empresa também informou que o novo avião poderá operar em duas frentes: voos de deportação da ICE e viagens de nível de gabinete, com custo de operação estimado 40% inferior ao de aeronaves militares usadas hoje para deportação.

A liberação da compra faz parte de um esforço mais amplo, segundo a comunicação, para reduzir ineficiências e economizar recursos públicos. Kristi Noem, secretária de Segurança Interna, é citada como proponente da medida dentro de uma estratégia para aprimorar a gestão orçamentária.

Contexto e desdobramentos

Noem já enfrentou críticas anteriores por gastos com recursos públicos. Em outubro, houve uma censura por parte de deputados democratas relacionada a supostos gastos durante o shutdown com jatos privados para ela e o deputy secretary Troy Edgar.

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