- Um banner azul com a frase “Make America Safe Again” foi afixado na fachada da sede do Departamento de Justiça, em Washington.
- O gesto é parte de um esforço de Trump para imprimir sua presença em instituições federais desde que voltou à Casa Branca.
- Banners com a imagem de Trump já foram fixados anteriormente no Departamento do Trabalho, no Departamento de Agricultura e no Instituto de Paz dos Estados Unidos. O nome dele também apareceu no Centro Kennedy.
- O White House encaminhou perguntas ao Departamento de Justiça, que ainda não respondeu.
- O contexto envolve tensões entre a administração e o aparato federal, com ações que critics veem como sinais de interferência política em funções independentes.
O banner com a imagem do presidente Donald Trump foi estendido na sede do Departamento de Justiça (DOJ), em Washington, na quinta-feira. A faixa azul traz o slogan Make America Safe Again, e foi fixada entre duas colunas de um canto do prédio. O ato é visto como uma tentativa de vincular a imagem de Trump a uma instituição federais.
Desde que voltou ao poder, no ano passado, Trump tem buscado deixar sua marca em instituições federais. O movimento inclui a nomeação de aliados a cargos de importância, a mudança de nomes de instituições e o afastamento de funcionários ligados a investigações do passado.
Banners com a imagem de Trump já foram afixados no ano passado em prédios do Departamento do Trabalho, do Departamento da Agricultura e no Edifício do Instituto de Paz dos EUA. Também houve decisão de acrescentar o nome de Trump ao Kennedy Center e ao Instituto de Paz de Washington, ações que acompanharam a elevação de sua presença institucional.
O White House encaminhou perguntas sobre o novo banner ao DOJ, que não respondeu de imediato. Segundo uma declaração citada pela NBC News, um porta-voz do DOJ afirmou estar orgulhoso de celebrar o trabalho histórico do departamento para tornar a América mais segura, sob a direção do presidente.
No âmbito judicial, o ex-procurador especial Jack Smith moveu ações em 2023 contestando documentos classificados e planos de anular a derrota na eleição de 2020. Trump nega irregularidades em ambos os casos, sustentando motivações políticas. Smith renunciou aos cargos no DOJ dias antes de Trump retornar ao poder, em 2024. Desde então, a administração tem promovido mudanças em funcionarios ligados a investigações sobre o ex-presidente.
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