- A União Europeia quer iniciar as conversas de adesão da Ucrânia à UE o quanto antes, sem data definida, ressaltando a importância de manter o impulso.
- A Usina Nuclear de Zaporizhzhia, controlada pela Rússia, opera com apenas uma linha de energia externa após a perda da linha de reserva; a Agência Internacional de Energia Atômica atribui o problema a atividade militar.
- Mais de mil quenianos teriam sido recrutados para lutar ao lado da Rússia na guerra contra a Ucrânia, segundo um relatório de inteligência apresentado à Assembleia Nacional do país.
- A Suécia anunciou um pacote de assistência militar de 12,9 bilhões de coroas suecas à Ucrânia, com foco principal em defesa aérea; é o terceiro maior já enviado.
- O ministro da Defesa da Polônia afirmou que aliados europeus, em especial Itália, França e Espanha, precisam ampliar os gastos com defesa para ganhar tratamento mais rigoroso dos EUA em questões de segurança.
A União Europeia pretende iniciar as negociações de adesão da Ucrânia o mais rápido possível, afirmou o presidente do Conselho Europeu, António Costa. Ele não definiu data, mas ressaltou a necessidade de manter o ímpeto.
Costa falava durante visita a Oslo. Segundo ele, o objetivo é avançar com o processo, sem atrasos, para manter a pressão diplomática e estratégica diante da crise.
Usina de Zaporizhzhia e fornecimento de energia
A usina nuclear de Zaporizhzhia, controlada pela Rússia, opera somente com uma linha externa de energia após a perda de uma linha de reserva. A Reuters informou que o segundo fio caiu por atividade militar.
O diretor-geral da IEA, Rafael Grossi, afirmou que a linha Ferrosplavna-1 ficou indisponível desde 10 de fevereiro. A usina tem seis reatores e depende da linha Dniprovska para energia externa.
Kenya e recrutamento para a guerra
Relatório de inteligência apresentado ao parlamento do Quênia aponta que mais de mil Kenianos foram atraídos para lutar pela Rússia na guerra contra a Ucrânia. Sobre o tema, a liderança da Assembleia destacou ações de agências de recrutamento no país.
Essa cifra supera o contingente anteriormente citado pelo Ministério das Relações Exteriores do Quênia, que em novembro informou ter mais de 200 Kenianos viajando para o conflito.
Defesa europeia e orçamento
O ministro da Defesa da Polônia afirmou à AFP que aliados europeus devem ampliar os investimentos em defesa. O apelo aponta para a importância de maior coordenação com os EUA nesse campo.
A Polônia tem aumentado o gasto militar desde a invasão de 2022, em linha com o cercado geopolítico da região, que envolve Rússia e Belarus.
Suécia aumenta auxílio militar
A Suécia anunciou um pacote de 12,9 bilhões de coroas (aprox. 1,4 bilhão de dólares) em ajuda militar para a Ucrânia, com foco em defesa antiaérea. O ministro da defesa destacou o volume como o terceiro maior já enviado.
Belarus e participação diplomática
Belarus informou que pretendia participar da reunião inaugural do Conselho de Paz de Donald Trump, em Washington, mas não obteve vistos. O ministério de Relações Exteriores classifica o episódio como obstáculo para a cooperação.
O governo bielorrusso, aliado próximo da Rússia, pediu esclarecimentos sobre requisitos de visto e participação em eventos internacionais, citando a importância de um canal diplomático claro.
Entre na conversa da comunidade