- Trump promete 10 bilhões de dólares para o fundo da Junta de Paz para Gaza, afirmando que os países membros já contribuíram com 7 bilhões.
- A Junta de Paz, criada por Trump para reconstruir Gaza, realiza sua reunião inaugural em Washington, com participação observadora da União Europeia.
- Vários países ocidentais rejeitaram o convite; entre os europeus, apenas Bulgária e Hungria confirmaram participação, com o primeiro-ministro húngaro Viktor Orbán representando o país.
- Israel, monarquias do Golfo e alguns países asiáticos participam, mas não houve participação de Canadá, Reino Unido, França ou Japão; Rússia e China não integram o grupo.
- O encontro ocorre em meio a tensões com o Irã, com Trump deixando em aberto a possibilidade de ataque, afirmando que “descobrirão em dez dias” se não houver acordo significativo.
A Junta de Paz para Gaza, instituição criada por Donald Trump, realiza nesta sexta-feira sua reunião inaugural. O objetivo é lançar a iniciativa para reconstrução da Faixa de Gaza, devastada por bombardeios. Trump afirmou que o fundo terá recursos adicionais e que a reunião serve para apresentar as linhas de atuação.
O encontro ocorre em Washington, com a participação de representantes de países membros e observadores. Entre os participantes, EUA trabalham para mobilizar recursos e coordenação das ações. O tom é de apoio à ideia de uma estrutura regional para o processo de reconstrução.
Trump divulgou números que reforçam o papel financeiro da Junta. Segundo ele, já existem 7,0 bilhões de dólares comprometidos por membros, e os EUA aportarão 10,0 bilhões. A mensagem enfatiza o envolvimento de parceiros internacionais na reconstrução.
Participantes e observadores
Várias nações ocidentais aparecem como observadoras ou com participação de baixo nível. União Europeia figura entre os observadores, com participação limitada de alguns Estados. Entre os europeus, Bulgária participa, e a Hungria é representada pelo primeiro-ministro Viktor Orbán.
Ausentes da reunião estão Canadá, Reino Unido, França e Japão. Confirmam presença Israel, monarquias do Golfo e alguns países asiáticos. Rússia e China não integram o grupo neste momento.
Contexto geopolítico
O evento ocorre em meio a tensões na região e a um robusto destacamento militar dos EUA no Oriente Médio. Trump mencionou ainda a possibilidade de agir contra o Irã, enfatizando a necessidade de impedir que o país obtenha armas nucleares. O discurso citado sugere que as conversas com Teerã seguem em andamento, com propostas a serem apresentadas nos próximos dias.
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