- Donald Trump defendeu tarifas em um ato em Rome, Geórgia, no dia 19 de fevereiro, na Coosa Steel Corporation, dizendo que “tarifas são minha palavra favorita no dicionário”.
- Disse estar aguardando decisão da Suprema Corte sobre a constitucionalidade da política comercial, acusando opositores de serem “China-oriented”.
- A viagem, em estado decisivo para as eleições de meio de mandato, teve grande parte do tempo dedicado a alegações não verificadas de fraude eleitoral.
- Reiterou apoio a Clay Fuller, candidato a promotor público na Geórgia, em meio a uma corrida com vários candidatos, incluindo democratas.
- Comentou sobre o caso em Fulton County relacionado à contagem de votos e citou uma suposta negociação com o presidente da França, Emmanuel Macron, que foi negada pelo líder francês.
Donald Trump participou na quinta-feira de um evento na Coosa Steel Corporation, em Rome, Geória, para defender tarifas e promover a economia americana. O discurso ocorreu no Estado considerado um campo de batalha nas eleições de meio período.
Durante a fala, o ex-presidente repetiu apoio às tarifas, dizendo que elas fortalecem a indústria nacional, e mencionou a espera por uma decisão da Suprema Corte sobre a constitucionalidade de sua política comercial. Atribuiu críticas a opositores alegando motivação estrangeira.
Trump enfatizou a defesa de votos e legalidade eleitoral, citando, sem apresentar provas, supostas fraudes. Criticou a proposta Save America Act, que trata de voto por correspondência, identificação de eleitores e comprovação de cidadania.
O republicano afirmou que o voto por correspondência deve ser limitado a militares no exterior, pessoas doentes ou ausentes de casa, e acusou a oposição de dificultar a aprovação de leis de identificação eleitoral. Não forneceu evidências de irregularidades nas eleições.
A visita ocorreu em um momento de campanha para influenciar uma eleição local em área com pouca folga entre republicanos e democratas. O evento também contou com o endosso a candidatos locais e a figuras do partido na Geórgia.
Entre os apoiadores, esteve um promotor de 18 candidatos no pleito da região norte da Geórgia, com vistas a caso de segundo turno. O comício reiterou o alinhamento de Trump com lideranças locais e com o eleitorado que apóia tarifas e políticas de contenção de gastos.
Acompanhou o discurso o ex-udente do governo Clay Fuller, que atua como promotor districts e serve como oficial da reserva da Força Aérea. Fuller elogiou a estratégia econômica do ex-presidente e discutiu temas locais do pleito.
Acompanhando o ato, o chefe do Comitê Democrata Nacional afirmou que o custo de seguros de saúde subirá para milhares de georgianos neste ano, destacando impactos de políticas associadas ao governo anterior. O setor de saúde foi alvo de críticas no contexto eleitoral.
No momento, Macron negou publicamente acusações de Trump sobre acordos para subir preços de remédios na França, reforçando que tais decisões não são definidas pelo presidente francês. A afirmação do ex-presidente gerou resposta diplomática entre os países.
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