- Trump reúne aliados em Washington para inaugurar o “Conselho de Paz”, centrado em Gaza, com quase vinte líderes mundiais presentes.
- A ausência de dirigentes europeus chama atenção; Lula não confirmou nem rejeitou o convite, defendendo foco restrito a Gaza e um assento para a Palestina.
- O Conselho foi criado após o cessar-fogo negociado entre EUA, Catar e Egito e entra na segunda fase, voltada ao desarmamento do Hamas.
- Promessas incluem mais de US$ cinco bilhões de investimentos para Gaza e a criação de uma Força Internacional de Estabilização, com possibilidade de até oito mil militares da Indonésia.
- Entre os presentes devem estar Viktor Orbán, Shehbaz Sharif e Prabowo Subianto; o Japão ainda não decidiu participação.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reúne aliados para inaugurar o Conselho de Paz, voltado inicialmente a Gaza, mas com ambições globais. O lançamento ocorre nesta quinta-feira, em Washington, com a presença de quase 20 líderes, incluindo Javier Milei, da Argentina. A ausência de algumas lideranças europeias chama a atenção.
A iniciativa surge após um cessar-fogo negociado entre Trump, Catar e Egito, em outubro, para pôr fim a dois anos de conflito em Gaza. A Casa Branca afirma que a segunda fase do plano foca no desarmamento do Hamas e na estabilidade regional. Gaza registra alto número de mortos desde a trégua.
O evento serve de palco para promessas de investimentos. Trump deve detalhar recursos superiores a 5 bilhões de dólares para Gaza, além da criação de uma Força Internacional de Estabilização para manter a segurança no território. A Indonésia sinaliza envio de até 8 mil militares, caso a força seja criada.
Promessas de investimentos e estrutura do conselho ganham destaque: o instituto, instalado no Instituto da Paz dos EUA, recebe condições de participação, como aporte mínimo de 1 bilhão de dólares para membros permanentes. A ideia é ampliar o raio de atuação além de Gaza.
Entre os envolvidos, figuras-chave incluem Steve Witkoff, negociador de Trump para Oriente Médio, Irã e Ucrânia, que aponta avanços concretos e pressão sobre o Hamas. Netanyahu afirma manter a prioridade na segurança, destacando a necessidade de desarmar armas de alto poder.
No mapa de atores, além de Milei, aparecem Viktor Orbán, Shehbaz Sharif e Prabowo Subianto. O Japão ainda não confirmou adesão; representantes japoneses participam apenas com um enviado para assuntos de Gaza. A reunião segue com o tema central em Gaza, mas com olhar voltado a possíveis ramificações globais. Com informações da AFP.
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