- Alberta vai realizar referendo neste outono para decidir se deve limitar o número de estudantes internacionais, trabalhadores estrangeiros temporários e requerentes de asilo que chegam à província.
- A votação é uma tentativa de aprovarem controle sobre a imigração, dividindo a decisão com o governo federal, já que a política migratória é de Ottawa.
- O anúncio ocorreu em meio a um provável déficit orçamentário provincial, influenciado pela queda de royalties de recursos devido a preços menores do petróleo.
- A governadora Danielle Smith afirmou que o rápido crescimento populacional e a pressão sobre serviços públicos contribuem para os desafios de Alberta, cuja população passou de 5 milhões em 2025.
- As mudanças podem incluir uma lei que torne elegíveis apenas cidadãos canadenses, residentes permanentes e pessoas com “status de imigração aprovado por Alberta” para programas financiados pelo governo provincial.
Alberta apresentará neste outono um referendo para decidir se o governo da província deve limitar o número de novos estudantes internacionais, trabalhadores estrangeiros temporários e requerentes de asilo. A proposta foi anunciada pela primeira-ministra Danielle Smith em pronunciamento televisado.
A medida ocorre em meio a desafios fiscais, com previsão de déficit na próxima votação orçamentária. Smith atribui parte do desequilíbrio à queda de royalties de recursos naturais e ao rápido crescimento populacional da província.
Segundo a primeira ministra, mudanças podem incluir lei que restringiria o acesso a programas financiados pelo governo provincial a cidadãos, residentes permanentes e pessoas com status de imigração aprovado por Alberta.
Açudes demográficos também são citados: Canadá tem revisado metas de imigração, citando pressão sobre habitação, infraestrutura e serviços. Alberta registra alto fluxo de migração interprovincial na busca por oportunidades.
Especialistas apontam que a proposta visa atender a preocupações locais, segundo avaliações de espaços como encontros com a população. A iniciativa pode tensionar relações entre Alberta e o governo federal, já marcado por disputas de competência.
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