- O advogado da denunciante de agressão sexual contra o ex-diretor adjunto operacional da Polícia Nacional afirma que ela está “destrozada” após ter sua identidade revelada em chats de policiais e ter recebido um “bombardeio” de mensagens.
- A vítima afirma ter sofrido difamações e pressão, com grupos de WhatsApp de agentes compartilhando quem é a denunciante, o que aumentou sua ansiedade.
- A queixa envolve o ex-diretor adjunto operacional, José Ángel González, que pode ser chamado à justiça no dia 17 de março; a acusação inclui agressão sexual, coações, lesões psíquicas e malversação de recursos públicos.
- O governo, incluindo o ministro do Interior, afirma ter agido com empatia pela vítima; o PP pediu a demissão do ministro, que disse que só deixará o cargo se a denunciante se sentir protegida.
- O Ministério do Interior informou que ofereceu proteção policial à denunciante, que aceitou, após o pedido do advogado da vítima para adotar todas as medidas de proteção.
O advogado da denunciante do ex-diretor adjunto operativo da Polícia Nacional afirma que a vítima está destroçada após a revelação de sua identidade em chats entre policiais. Ele descreve um bombardeio de mensagens que gerou ansiedade e abalo emocional.
A denunciante, que acusa José Ángel González de agressão sexual, tem visto sua vida exposta em grupos de WhatsApp de integrantes da polícia. O relato do advogado é de que as mensagens variam entre apoio e ataques.
Contexto da denúncia e desdobramentos
A Polícia recebeu a notícia da queixa na última terça-feira, às 18h, e a imprensa informou meia hora depois. O ministro do Interior afirmou que não tinha conhecimento prévio do caso, enquanto o governo respaldou a atuação do ministério e afirmou ter agido com empatia.
Reação política e situação da vítima
O Partido Popular pediu a demissão de Marlaska, que disse que só abrirá espaço para renúncia se a denunciante não se sentir protegida. O advogado da vítima informou que a denúncia foi feita por vias judiciais para evitar retaliação.
Detalhes da acusação e contexto profissional
A queixa envolve agressão sexual, coação, lesões psíquicas e malversação de recursos. A denunciante afirma ter sido levada à residência oficial do ministério, onde ocorreu o ataque em 23 de abril de 2025, e que desde então enfrenta campanha de assédio para silenciá-la.
Proteção policial à denunciante
Nesta quinta-feira, o Ministério informou ter oferecido proteção policial à denunciante, que aceitou. A decisão ocorreu após pedido do advogado para que o ministro adotasse medidas para resguardar a funcionária agredida. O caso segue sob apuração oficial.
Entre na conversa da comunidade