- Quatro sul-africanos que foram atraídos para lutar ao lado das forças russas na Ucrânia chegaram ao aeroporto de Joanesburgo nesta quarta-feira, conforme a SABC.
- A Polícia aguardava no aeroporto internacional O.R. Tambo; uma porta-voz não comentou, orientando perguntas ao ministério das Relações Exteriores.
- O governo sul-africano afirmou, em novembro, que vai investigar como 17 cidadãos se juntaram a forças mercenárias na Ucrânia.
- O presidente Cyril Ramaphosa conversou por telefone com o presidente russo Vladimir Putin; segundo o governo, os dois ahead teriam apoiado o processo de retorno dos sul-africanos.
- Pela lei, é crime prestar assistência militar a governos estrangeiros ou participar de exércitos estrangeiros sem autorização.
Quatro sul-africanos que foram atraídos para lutar ao lado de forças russas na Ucrânia retornaram a Joanesburgo, pousando no principal aeroporto da cidade nesta quarta-feira, segundo a TV pública SABC. A chegada ocorreu em O.R. Tambo International, com a Polícia aguardando no saguão.
A SABC informou que a Polícia aguardava informações adicionais e que não havia comentários imediatos. Procuradas, autoridades do Ministério das Relações Exteriores não responderam de imediato.
Desde novembro, o governo sul-africano afirmou que investigaria como 17 cidadãos se envolveram como mercenários no conflito Rússia-Ucrânia, após receberem pedidos de ajuda para retornar ao país. Ramaphosa já manteve contato com Putin para facilitar esse retorno.
Contexto legal
Segundo a legislação sul-africana, é proibido aos cidadãos fornecer assistência militar a governos estrangeiros ou participar de exércitos estrangeiros sem autorização do Estado. A investigação continua para esclarecer responsabilidades e medidas cabíveis.
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