- A Casa Branca disse que é do interesse de Cuba promover mudanças significativas em breve, mas não pediu mudanças na liderança do governo cubano.
- A porta-voz Karoline Leavitt chamou o regime de “em queda” e afirmou que o país está à beira do colapso.
- Ela disse que os EUA querem ver democracias prósperas pelo mundo, especialmente no hemisfério ocidental, sem detalhar ações a serem tomadas.
- A declaração foi feita em Washington na quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026.
- As informações são da Reuters, com reportagem de Steve Holland e apoio de Andrea Shalal.
A Casa Branca afirmou nesta quarta-feira que é do interesse de Cuba promover mudanças significativas em breve, embora não tenha pedido alterações na liderança do país. A declaração veio por meio da porta-voz Karoline Leavitt, em Washington.
Segundo a assessora, o governo dos EUA observa uma situação de instabilidade na região e defende democracias fortes no Hemisfério Ocidental. No entanto, ela não detalhou ações específicas que possam ocorrer para alcançar esse objetivo.
Leavitt ressaltou que o objetivo americano é promover prosperidade e liberdades políticas na região, sem indicar medidas que envolvam mudança de governo em Cuba. A declaração ocorreu durante uma coletiva de imprensa na capital dos EUA.
A rede de notícias Reuters informou que a fala foi publicada com base em a cobertura com repórter e edição de equipes da Reuters, sem mencionar novos planos de política externa de Washington no momento. A Casa Branca não forneceu mais detalhes sobre estratégias futuras.
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