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Aliados europeus anunciam ausência na primeira reunião do Conselho da Paz Trump

Principais aliados europeus recusam participação na primeira reunião do Board of Peace de Trump; evento é visto como esforço de arrecadação e gera ceticismo internacional

Donald Trump announces the charter for his Board of Peace at the World Economic Forum in Davos, Switzerland, on 22 January.
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  • A reunião inaugural do Board of Peace acontece em Washington, com importantes aliados europeus recusando participação, criticando financiamento e mandato da iniciativa.
  • A Casa Branca diz que o encontro será, em grande parte, uma rodada de arrecadação, com promessas superiores a $ five bilhões para a reconstrução de Gaza.
  • O evento deve receber delegações do Oriente Médio, mas líderes de aliados dos EUA, como Reino Unido, Alemanha e França, não vão participar; o Vaticano também declineu.
  • O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, não comparece; o ministro das Relações Exteriores, Gideon Saar, participa.
  • No terreno, o NCAG opera a partir do Cairo buscando poderes plenos; o plano de força internacional de estabilização encontra obstáculos, e a ajuda a Gaza continua restrita.

Dozens of líderes mundiais se reúnem em Washington para a primeira reunião do Board of Peace criado por Donald Trump. O encontro, que acontece nesta semana, é apresentado pela Casa Branca como oportunidade de angariar recursos para Gaza, onde a crise humanitária persiste.

O evento ocorre em Washington DC e funciona como cúpula do Instituto Donald J Trump de Paz. Trump afirmou em rede social que os Estados pledgearam mais de 5 bilhões de dólares para a reconstrução de Gaza, além de mobilizar pessoal para missões de segurança.

Enquanto a adesão internacional atraiu expectativa, importantes aliados europeus recusaram participar. Ursula von der Leyen e chefes de governo de Reino Unido, Alemanha e França não comparecerão ao Board, citado como comando político com financiamento duvidoso.

A presidência do Vaticano também rejeitou a participação, sob críticas de que a iniciativa pode minar a atuação de organismos como a ONU. O Vaticano mencionou que, em nível internacional, a ONU deve gerir crises com precedência.

Entre os presentes, há delegações do Oriente Médio, como Israel, Emirados Árabes, Arábia Saudita, Turquia, Jordânia e Qatar, além de países de menor envolvimento com Gaza. Alguns buscam apresentar apoio ao plano do governo americano.

Especialistas divergem sobre impactos práticos. A crise na região já mostra avanços limitados desde o anúncio do plano de 100 dias, com assistência a Gaza ainda aquém do necessário. A criticidade humanitária permanece alta.

Israel divergiu sobre cooperação em ano eleitoral. O premiê Benjamin Netanyahu optou por não participar, enquanto o ministro das Relações Exteriores, aliado dele, participa. Governos europeus questionam a viabilidade do selo de paz proposto.

No terreno, o grupo liderado por Kushner mantém a ideia de um plano de estabilização com força internacional prevista. Contudo, a implementação esbarra em questões de governança e de controle sobre Gaza, dificultando avanços.

Organizações internacionais e especialistas apontam frustrações com a rapidez de ações. O diretor de projeto para Israel e Palestina, da International Crisis Group, afirma que sem melhorias tangíveis, a credibilidade do Board pode se comprometer.

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