- O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse que o presidente Donald Trump está comprometido com o sucesso do primeiro-ministro húngaro Viktor Orban, por considerar sua liderança crucial para os interesses nacionais americanos.
- Rubio fez a declaração durante uma coletiva conjunta com Orban em Budapeste, afirmando que as relações entre EUA e Hungria entraram em uma “era de ouro”.
- Ele ressaltou que esse período de cooperação depende da continuidade da liderança de Orban no cargo.
- A fala ocorre enquanto Orban enfrenta uma eleição parlamentar em 12 de abril, considerada o maior desafio desde a vitória de 2010 do seu partido, Fidesz.
- O premiê húngaro, aliado próximo de Trump, tem histórico de críticas à União Europeia e mantém relações cordiais com a Rússia; para parte da direita americana, ele é visto como modelo de políticas de imigração duras e conservadoras.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou em Budapeste que o presidente Donald Trump está comprometido com o sucesso do primeiro-ministro húngaro Viktor Orbán, pois a liderança dele é crucial para os interesses nacionais americanos.
Rubio fez o comentário durante uma coletiva de imprensa conjunta com Orbán, ao lado do premiê. A declaração ocorreu no contexto de uma semana de visitas de Rubio à região.
O encontro ocorreu em meio a expectativas de uma eleição parlamentar em 12 de abril, na Hungria, que promete ser acirrada para o governo de Orbán e o partido Fidesz, no poder desde 2010.
Rubio, que também atua como assessor de segurança nacional de Trump, mencionou que as relações entre EUA e Hungria entraram numa-era de maior proximidade, condicionada à continuidade da liderança de Orbán.
Anfitriões conservadores, Orbán e seus aliados mantêm posições críticas em relação à União Europeia e mantêm vínculos próximos com países vizinhos e com Moscou em alguns temas, enquanto Orban costuma defender políticas de imigração mais restritivas.
A visita de Rubio à Hungria fecha uma passagem por a países da região, com enfoque em alianças políticas de direita e no reforço de cooperação em segurança e defesa, segundo informações de agências internacionais.
Contexto eleitoral na Hungria pode influenciar posicionamentos da administração americana sobre políticas europeias, incluindo relações com UE, Rússia e Ucrânia, conforme o relato de observadores.
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