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Oposição critica desfile em homenagem a Lula; Novo afirma pedir inelegibilidade

Partido Novo acionará a Justiça Eleitoral para pedir a inelegibilidade de Lula, enquanto oposição acusa uso de dinheiro público em desfile de carnaval

Carro alegórico da Acadêmicos de Niterói representa o presidente Lula na concentração dos desfiles
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  • A oposição critica desfile de escola de samba de Niterói que homenageia Lula; Novo afirma que vai pedir inelegibilidade na Justiça Eleitoral.
  • Flávio Bolsonaro afirma, em rede social, que Lula usa dinheiro público para campanha antecipada e acusa aumento de impostos para financiar o evento.
  • Flávio também contesta a condenação de Jair Bolsonaro no TSE e sustenta que houve abuso de poder político durante a reunião com embaixadores.
  • O Partido Novo promete ajuizar uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral para cassar o registro de Lula, dizendo que o desfile é propaganda do regime.
  • Outros críticos incluem Carlos Portinho, Sérgio Moro, Nikolas Ferreira e Cleitinho, que associam o ato a favorecimento político e possíveis abusos eleitorais.

A oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou o desfile da Escola de Samba Acadêmicos de Niterói, que prestou homenagem ao petista durante o carnaval no Rio de Janeiro. O Partido Novo informou que acionará a Justiça Eleitoral para solicitar a inelegibilidade de Lula.

Flávio Bolsonaro, senador pelo PL do Rio, afirmou em suas redes que Lula usa dinheiro público para fazer campanha antecipada. Também argumentou que o dinheiro arrecadado deveria ir a serviços públicos, não a desfiles de carnaval que, na sua visão, servem de vantagem eleitoral.

O Novo confirmou que, assim que Lula registrar a candidatura, ajuizará uma AIJE (Ação de Investigação Judicial Eleitoral) para pedir a cassação do registro e a inelegibilidade. Eduardo Ribeiro, presidente do partido, declarou que a lei deve ser aplicada de forma igual para todos.

Reações de parlamentares

Carlos Portinho, líder do PL no Senado, disse que a mistura entre cultura e política pode comprometer a essência cultural e caracteriza propaganda antecipada com recursos públicos. Sérgio Moro, ex-juiz e atual apoiador de outra legenda, classificou o desfile como abuso de poder.

Nikolas Ferreira, deputado federal, sugeriu que, se o episódio fosse 2022, implicaria ações legais e diligências contra Bolsonaro. O senador Cleitinho, do Republicanos, comentou que poderia haver atuação do STF para impedir desfiles similares, insinuando viés político no tribunal.

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