- O governo informou que cancelou a ideia de adiantar ou adiar 30 eleições locais em maio, após avaliação jurídica.
- A proposta visava reorganizar autoridades locais, com fusões prováveis entre alguns conselhos.
- O plano gerou reação de oposição e uma contestação legal pela Reform UK, que alegou anti-democracia.
- O governo confirmou que as eleições locais ocorrerão em maio de 2026, assegurando previsibilidade para os conselhos.
- Em carta a Nigel Farage, advogado do governo afirmou que Steve Reed solicitou a revisão da legalidade a Matthew Pennycook, que decidiu que as eleições devem seguir este ano.
O governo anunciou a retirada de planos controversos para adiar 30 eleições locais na Inglaterra neste maio, após parecer jurídico indicar que tal atraso poderia não ser lícito. A decisão envolve o Executivo e o Ministério do Governo Local.
O objetivo do adiamento era reorganizar autoridades locais, com possibilidades de fusões ou absorções de alguns conselhos. A justificativa era evitar eleições para órgãos que podem deixar de existir em breve.
A oposição reagiu com críticas, e o tema já enfrentava um challenge legal promovido pela Reform UK, considerada anti-democrática por adversários. O processo estava previsto para ocorrer neste mês.
Um porta-voz do Departamento de Governo Local informou que, seguindo o parecer jurídico, o governo retirou a decisão de adiar as eleições em maio. Todas as eleições vão ocorrer em 2026 como planejado.
Em correspondência a Nigel Farage, líder da Reform UK, um representante legal do governo afirmou que o secretário de Governo Local, Steve Reed, pediu a avaliação jurídica ao ministro da habitação, Matthew Pennycook, que decidiu pelo andamento das eleições neste ano.
Farage divulgou que a Reform ganhou a batalha judicial até aqui e que o tema envolve a participação de 4,6 milhões de eleitores em 7 de maio, segundo a comunicação publicada na rede social X. Detalhes adicionais devem ser divulgados em breve.
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