- O presidente da França, Emmanuel Macron, pediu calma e contenção após a morte de um ativista vítima de agressão ocorrida na semana.
- A vítima tinha 23 anos e ficou em coma após ser espancada na quinta-feira, próximo a uma conferência de uma eurodeputada de esquerda.
- A conferência foi conduzida por Rima Hassan; a família informou que a pessoa identificada pelo governo apenas como Quentin estava entre os apoiadores.
- O Ministério Público abriu investigação por homicídio qualificado culposo; os autores ainda não foram identificados.
- Políticos reagiram: Bruno Retailleau (deposição conservadora) acusou a esquerda; Marine Le Pen (Frente Nacional) pediu justiça com severidade; Jean-Luc Mélenchon (Frente de Esquerda) disse que sedes locais do seu partido foram atacadas.
Emmanuel Macron pediu calma e moderação após a morte de um ativista decorrente de ferimentos recebidos em uma agressão ocorrida na semana, em Paris, durante uma conferência de Rima Hassan, eurodeputada de esquerda. O episódio tornou-se ponto de tensão política no país.
O ativista, cuja identidade government informou apenas como Quentin, tinha 23 anos. Ele participava para ajudar a proteger o grupo anti-imigração e feminista Nemesis, que protestava contra o evento, segundo a própria organização.
Procuradores informaram que abriu-se uma investigação por homicídio culposo qualificado, mas os autores ainda não foram identificados, conforme reportagem do jornal Le Monde. Hassan pediu, na sexta, apuração e responsabilização dos envolvidos.
Reações e desdobramentos
Bruno Retailleau, líder dos Republicanos, atribuiu a culpa à esquerda radical. Marine Le Pen, do RN, defendeu que os responsáveis sejam punidos com severidade máxima. Jean-Luc Mélenchon, da LFI, afirmou que sedes locais do seu partido foram atacadas após as declarações de Retailleau e Le Pen, sem detalhar os ataques.
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