- A 62ª Conferência de Segurança de Munique reúne mais de 60 chefes de Estado e de Governo na cidade alemã.
- O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse que não querem romper vínculos, mas “revitalizar a aliança” sob os termos que decida os EUA, incluindo questões como Gaza ou Estados Unidos.
- Rubio defendeu a política migratória da administração Trump, afirmando que a imigração em massa é uma crise que transforma e desestabiliza sociedades ocidentais.
- O chanceler alemão, Friedrich Merz, e o presidente francês, Emmanuel Macron, defenderam a democracia europeia e a aliança transatlântica frente a ataques de tendências extremistas.
- A agenda aponta para a participação de Marco Rubio na abertura da segunda jornada, seguida de Wang Yi, Ursula von der Leyen, Keir Starmer e, ainda hoje, o presidente do governo espanhol, Pedro Sánchez.
A 62ª Conferência de Segurança de Múnich reuniu mais de 60 chefes de Estado e de governo na cidade alemã para analisar as relações transatlânicas. Marco Rubio, secretário de Estado dos EUA, abriu a segunda jornada com apelo à revitalização da aliança, ressaltando que os termos devem ser definidos pelos EUA. A sessão ocorre em meio a tensões entre Washington e a Europa.
Rubio afirmou que não desejam romper o vínculo, e sim fortalecê-lo, desde que haja condições estabelecidas pelos Estados Unidos. O discurso destacou ainda críticas à imigração em massa como desafio para as sociedades ocidentais, segundo o conteúdo divulgado durante o evento.
O chanceler alemão, Friedrich Merz, reforçou a importância da aliança transatlântica ao discursar na abertura. Merz argumentou que não se deve exigir que a Europa abra mão de ser parceira dos EUA, defendendo a cooperação contínua entre as nações.
Trayectoria e próximos discursos
A agenda desta segunda semana prevê a presença de personalidades de peso, com o registro de que Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, e Keir Starmer, primeiro-ministro britânico, estão entre os participantes. Pedro Sánchez, presidente do governo espanhol, também participa para discutir segurança transatlântica.
O programa indica que Rubio abrirá a sessão da manhã subsequente, seguido por Wang Yi, chefe de Relações Exteriores da China, com intervenções programadas ao longo do dia. A expectativa é que o debate trate de estratégias para fortalecer a democracia europeia frente a pressões externas.
Contexto da pauta e desdobramentos
O encontro ocorre em meio a críticas de vozes europeias sobre a percepção de olhar conservador na política externa americana. Macron e Merz apresentam em Múnich posições que defendem a democracia europeia e as liberdades, em resposta a ataques históricos de figuras públicas associadas a pautas mais restritivas.
Países participantes destacam a necessidade de cooperação tecnológica, econômica e de defesa. A conferência é vista como palco para alinhavar respostas unilaterais e coordenadas frente a desafios geopolíticos.
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