- Eduardo Bolsonaro concedeu entrevista à Fox News e defendeu a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência neste ano.
- A estratégia da campanha de Flávio seria concentrar-se em economia e segurança pública, criticando o governo Lula.
- O ex-deputado afirma que a condenação de Jair Bolsonaro pelo STF teve motivação política e que ele não estava no Brasil durante os atos de 8 de janeiro de 2023.
- Aponta a possibilidade de perdão presidencial a Jair Bolsonaro e a outros condenados, caso Flávio seja eleito, e vê vantagem na multiplicação de candidaturas de direita contra Lula.
- Critica o veto de Lula ao PL da Dosimetria e acusa o STF de interferir no Legislativo e no Executivo, alegando que o Judiciário vem ganhando poder.
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro concedeu entrevista à Fox News, publicada neste sábado (14). Ele defendeu a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência, afirmou que o objetivo é derrotar Luiz Inácio Lula da Silva e criticou decisões do STF, especialmente envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro. O registro ocorreu nos Estados Unidos.
Segundo Eduardo, a candidatura de Flávio foi anunciada após Jair Bolsonaro reconhecer a impossibilidade de disputar as eleições. O ex-presidente está preso, o que, na visão dele, torna a situação institucional complexa.
Eduardo detalhou a estratégia da possível campanha de Flávio, centrada em economia e segurança pública. Ele afirmou que o governo Lula é ruim nesses setores e citou descontentamento com políticas econômicas e de segurança pública.
O ex-deputado minimizou a ideia de que a direita fragmentada ajudaria Lula no pleito. Afirmou que, em eventual segundo turno, forças de direita se uniriam para enfrentar Lula, destacando que a reeleição do presidente seria o pior cenário para o país.
A entrevista também abordou a hipótese de múltiplos nomes da direita concorrerem, com Eduardo destacando que a presença de mais candidatos pode ampliar críticas ao governo em Claus, fortalecendo a oposição.
Ao comentar a situação de Jair Bolsonaro, Eduardo afirmou que a condenação dele teve motivação política e que, sem a pena de 27 anos, estaria livre para concorrer. Ele disse que Bolsonaro esteve em Orlando durante atos de 8 de janeiro de 2023.
Eduardo mencionou a tramitação do chamado PL da Dosimetria, alvo de veto do presidente Lula. Segundo ele, o STF é visto como antagonista por parte do governo, e o ex-ministro criticou medidas que, segundo ele, poderiam favorecer condenados dos atos de 8 de janeiro.
Além disso, o ex-deputado sugeriu que, se Flávio vencer, poderá conceder perdões ao pai e a outros condenados. Ele afirmou que o objetivo principal é eleger Flávio, deixando aberta a possibilidade de benefícios a Jair Bolsonaro.
O comentário encerrou com a acusação de que o STF tenta assentar domínio sobre o Legislativo e o Executivo. Eduardo alegou que Lula conversa com lideranças de esquerda radical e criticou decisões do Judiciário.
Em outro ponto, Eduardo contestou sanções aplicadas por autoridades americanas a Moraes, sua esposa e o instituto dele, atribuídas a ações de governos do PT. Ele alegou represálias políticas e citou apoio de figuras dos EUA.
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