- O ministro Dias Toffoli teria grampeado uma reunião a portas fechadas com colegas do STF que o apoiaram, segundo reportagens citadas no texto.
- A maioria dos ministros ficou contra levar à votação a suspeição de Toffoli, e ele abriu mão da relatoria no caso Banco Master para acalmar a opinião pública.
- A Folha de S. Paulo informou que ministros do STF acreditam ter sido gravados na reunião, enquanto Toffoli negou ter gravado ou relatado o ocorrido.
- O texto aponta que há dificuldades de atmosfera e confiança entre os ministros, com impactos potenciais na convivência interna da corte.
- Analistas citados no material sugerem que o episódio pode afetar a percepção sobre o controle de poder e as relações entre colegas no STF.
O ministro Dias Toffoli está no centro de uma polêmica envolvendo gravação de reunião interna do STF. Segundo o portal Poder360, houve declarações de ministros na reunião em que teriam decidido não levar à votação a suspeição de Toffoli. A troca de mensagens teria alimentado tensões internas.
A maioria dos magistrados sinalizou que, se a questão fosse para votação, ficaria do lado de Toffoli. Para acalmar a opinião pública, ele anunciou abrir mão da relatoria no caso do Banco Master. O episódio evidencia rixas entre colegas e a percepção de fragilidade institucional.
Repercussões e leitura institucional
Monica Bergamo, da Folha de S.Paulo, informou que ministros acreditam ter sido gravados na sessão. Toffoli negou qualquer gravação ou repasse da informação a terceiros. O ambiente no STF foi descrito como tenso, com desconfianças entre pares.
Em termos de desdobramentos, analistas destacam que o episódio pode afetar a confiança entre ministros e a prática de colegiados no STF. A relação entre Toffoli e outras autoridades, entre elas Cármen Lúcia e Edson Fachin, é citada como ponto sensível para o equilíbrio das decisões.
O caso também traz à tona a questão da governança interna da Corte. A gravação, se confirmada, poderia indicar vulnerabilidades em decisões passadas e futuras. O STF permanece sob escrutínio público enquanto investiga a narrativa interna dos fatos.
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