Em Alta NotíciasPolíticaFutebolAcontecimentos internacionaiseconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Justiça britânica não permite classificar Ação Palestina como terrorista

Justiça britânica declara ilegal classificar Acción Palestina como grupo terrorista; proibição permanece temporariamente para recursos

Partidarios de Acción Palestina se manifiestan en Londres delante de los juzgados este viernes.
0:00
Carregando...
0:00
  • O Tribunal Superior de Londres declarou ilegal a proibição britânica de classificar o grupo Acción Palestina como organização terrorista.
  • A medida foi imposta em julho e equiparou a organização a grupos como Estado Islâmico e Al Qaeda, com pena máxima de até catorze anos de prisão para membros.
  • Os advogados da cofundadora Huda Ammori argumentaram que a proibição restringe o direito de protesto e a liberdade de expressão.
  • O tribunal reconheceu dois dos pontos de impugnação, incluindo a alegação de interferência desproporcional nesses direitos.
  • A juíza Victoria Sharp manteve a proibição em vigor temporariamente para permitir recurso das partes e do Ministério do Interior.

O Tribunal Superior de Londres classificou como ilegal a proibição do grupo Acción Palestina, após recurso da cofundadora Huda Ammori. A decisão foi proferida nesta sexta-feira, em Londres, e anula a etiqueta de organizacão terrorista para o grupo.

A ação foi impetrada contra a decisão do governo britânico, tomada em julho passado. A proibição havia equiparado Acción Palestina a organizações como Estado Islâmico e Al Qaeda, com pena de até 14 anos para membros.

Os advogados de Ammori alegaram violação da liberdade de expressão e do direito à reunião. O tribunal considerou dois motivos de impugnação, mas manteve o regime restritivo em vigor temporariamente para apreciação de recursos.

Contexto legal e próximos passos

A decisão ainda permite ao governo britânico encaminhar recursos a instâncias superiores. A advogada de Ammori ressaltou o foco em protestos pró-Palestina como exercício democrático. A defesa enfatiza a necessidade de equilíbrio entre segurança e liberdades civis.

A Hamas, a Palestina e os desdobramentos no Reino Unido permanecem em pauta, com desdobramentos esperados em audiências futuras. A avaliação do impacto na mobilização pró-Palestina é objeto de monitoramento pelo governo britânico.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais