- Keir Starmer parte hoje para a Conferência de Segurança de Munique, buscando deixar a política interna para trás.
- Ele continua sob críticas pela demissão do secretário de gabinete, Chris Wormald, decisão sem precedente em relação a alguém nomeado pelo premiê há pouco mais de um ano.
- Gus O’Donnell chamou a atitude de “desleal” e responsabilizou os assessores especiais pelos ataques de bastidores, dizendo que o governo falhou na gestão de comunicação.
- O’Donnell afirmou que o premiê precisa assumir responsabilidade e reconhecer a influência dos assessores na condução das mensagens políticas.
- Agenda do dia: decisão judicial sobre a ilegalidade da proibição do Palestine Action pelo Home Office; Ed Davey visita a Escócia; Zack Polanski participa de premiação; Starmer chega a Munique; Kemi Badenoch fala na conferência conservadora galesa em Llandudno.
Keir Starmer viaja hoje para a Conferência de Segurança de Munique, buscando deixar as controvérsias da política interna para trás. A agenda inclui encontros com líderes internacionais e discussões sobre segurança europeia.
O foco do dia gira em torno da demissão do secretário de gabinete Chris Wormald, decisão tomada pelo premiê. A saída gerou críticas entre ex-funcionários e analistas sobre o uso de assessores especiais na condução de mensagens governamentais.
Gus O’Donnell, ex-secretário de gabinete, classificou o ato como marcado por tratamento descuidado, atribuindo a postura a assessores especiais. Ele pediu que o primeiro-ministro assuma responsabilidade pela comunicação pública.
Reações e agenda do dia
A BBC destaca a reação ao episódio, com especialistas ressaltando a tradição de mudanças na alta administração, mas apontando a falta de precedentes para a remoção de um secretário de gabinete nomeado pelo premiê há pouco mais de um ano.
Na agenda, pela manhã o líder liberal Ed Davey está em visita à Escócia. Ao meio-dia, o líder verde Zack Polanski participa de evento sobre avanços da comunidade LGBTQ+. À tarde, Starmer deve chegar à Munique.
Kemi Badenoch cumpre agenda no Reino Unido, discursando no encontro conservador galês em Llandudno. O dia contempla ainda decisões judiciais sobre ações do Home Office e outras leituras sobre política interna e segurança.
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