- O modelo de IA Claude, da Anthropic, foi usado durante a operação dos EUA para capturar o ex-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, segundo o Wall Street Journal.
- O uso ocorreu por meio da parceria da Anthropic com a Palantir Technologies, cujas plataformas são amplamente utilizadas pelo Departamento de Defesa e por autoridades federais.
- Muitas empresas de IA desenvolvem ferramentas para o uso militar; a Anthropic é a única cuja ferramenta fica disponível em ambientes classificados via terceiros, embora existam políticas de uso que regem isso.
- As diretrizes da Anthropic proíbem usar Claude para apoiar violência, desenhar armas ou realizar vigilância.
- Maduro foi capturado em uma operação audaciosa e levado para Nova York para enfrentar acusações de tráfico de drogas no início de janeiro.
O modelo de IA Claude, da Anthropic, foi utilizado na operação dos EUA para capturar o ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro. A ação ocorreu no início de janeiro, na Venezuela, com maquiagem tecnológica que envolve ferramentas de IA. A captura levou Maduro para Nova York, onde enfrentaria acusações de tráfico de drogas.
A implantação ocorreu por meio da parceria entre a Anthropic e a Palantir Technologies, cuja plataforma é amplamente empregada pelo Departamento de Defesa e por órgãos federais. A notícia cita pessoas familiarizadas com o assunto.
Diversas empresas de IA desenvolvem ferramentas customizadas para uso militar, com acesso frequente apenas a redes não classificadas. A Anthropic é apontada como a única fornecendo, via terceiros, acesso em ambientes classificados. Ainda assim, o governo permanece vinculado às políticas de uso da empresa.
As políticas da Anthropic proíbem usar Claude para apoiar violência, projetar armas ou realizar vigilância. A empresa atraiu investimentos relevantes, elevando seu valor de mercado para cerca de 380 bilhões de dólares após a última rodada de financiamento de 2026, segundo fontes do setor.
O relato traz à tona o papel crescente de IA em operações de segurança, mesmo quando associadas a ações extrajudiciais. Autoridades não detalharam como Claude contribuiu para a operação ou quais dados teriam sido processados.
Entre na conversa da comunidade