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Lula ainda guarda mágoa de Toffoli e não será solidário, diz Sakamoto

Lula mantém mágoa de Dias Toffoli após a negativa de comparecer ao enterro do irmão e não deverá apoiá-lo politicamente, aponta Sakamoto

Luiz Inácio Lula da Silva e Dias Toffoli em evento no STF em 2009
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  • Lula ainda guarda mágoa profunda do ministro Dias Toffoli, por decisão de 2019 que impediu a presença do presidente no enterro do irmão, Vavá.
  • O tema aparece em análise de Leonardo Sakamoto no UOL News, que diz que Lula não se mobiliza para defender Toffoli.
  • Segundo o colunista, Toffoli é um dos brasileiros de quem Lula mais desgosta, ficando atrás apenas de Sergio Moro.
  • A mágoa remonta ao episódio em que Lula pediu para ver o corpo do irmão; a primeira e a segunda instâncias negaram, Toffoli também negou, e só houve liberação meses depois, em razão da morte do neto Arthur.
  • Mesmo com tentativa de reconciliação, como o pedido de desculpas de Toffoli durante a diplomação de Lula, a aproximação não ocorreu.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva mantém uma mágoa profunda em relação ao ministro Dias Toffoli, do STF, por uma decisão de 2019 que impediu Lula de ir ao enterro do irmão Vavá. A informação é destacada pelo colunista Leonardo Sakamoto no UOL News, do Canal UOL.

Segundo Sakamoto, mesmo com tentativas de reconciliação, como o gesto de Toffoli durante a diplomação de Lula, o presidente não abriu espaço para apoio ao ministro. A narrativa aponta que o atrito persiste, sob o prisma institucional.

A história envolve a Lei de Execuções Penais, a negativa inicial de comparecimento ao enterro e a resposta de Toffoli, que ofereceu alternativa para ver o corpo do irmão em instalação militar, o que causou constrangimento à época. A situação gerou desgaste duradouro.

De acordo com o relato, meses depois houve liberação para Arthur, neto de Lula, em razão da repercussão negativa. Mesmo assim, Sakamoto afirma que Toffoli chegou a pedir desculpas durante a diplomação, mas a aproximação não ocorreu de forma efetiva.

O material também aponta que, entre as relações de Lula com ministros, Toffoli figura entre as que mais geram descontentamento, ficando atrás apenas de Sergio Moro. O cenário é descrito como político e de tensões institucionais.

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