- O diplomata francês Fabrice Aidan, que atuou na Organização das Nações Unidas de 2006 a 2013, nega todas as acusações; sua defesa diz que ele está à disposição da Justiça.
- O ministro das Relações Exteriores, Jean-Noël Barrot, afirmou ter alertado os procuradores e iniciado processos disciplinares contra Aidan, classificando as acusações como extremamente sérias.
- E-mails analisados pela Reuters mostram que Aidan enviou, entre 2010 e 2016, documentos confidenciais da ONU a Jeffrey Epstein.
- Segundo o site Mediapart, o FBI teria sinalizado Aidan em 2013 por suposto acesso a sites de pornografia infantil; a defesa nega as acusações.
- Aidan renunciou ao posto na ONU em 2013; a ONU informou que houve processo disciplinar com base em informações de um Estado-membro.
Aidan, diplomata francês de carreira, nega todas as acusações apresentadas contra ele após o governo francês alertar os investigadores, segundo seu advogado. O caso envolve a possível transferência de documentos da ONU para Jeffrey Epstein, condenado por abusos sexuais.
O Ministério das Relações Exteriores da França informou que abriu procedimentos disciplinares contra o diplomata. O ministro Jean-Noël Barrot descreveu as acusações como extremamente graves e anunciou as medidas cabíveis.
Aidan, que atuou na ONU entre julho de 2006 e abril de 2013, é citado em mais de 200 documentos liberados pelo Departamento de Justiça dos EUA sobre Epstein. Ele trabalha atualmente como diplomata de carreira no serviço externo francês.
Segundo a defesa, o diplomata está disposto a responder a perguntas da Justiça francesa. Aidan também afirma que nunca teve contato com conteúdos impróprios ou websites de abuso infantil.
Relatos da imprensa indicam que e-mails de Aidan, enviados de contas pessoais e oficiais da ONU, teriam mostrado o envio de briefings do Conselho de Segurança da ONU e outros documentos confidenciais a Epstein entre 2010 e 2016.
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