- Coreia do Norte, via Kim Yo Jong, pediu que a Coreia do Sul tome medidas para evitar nova violação de soberania após o recente drone que cruzou o espaço aéreo norte-coreano.
- Kim agradeceu ao ministro da Unificação, Chung Dong-young, pela expressão de arrependimento considerada “sensata” em relação à intrusão do drone, segundo a KCNA.
- Chung havia dito, em discurso em uma catedral local, que sentia “profundo arrependimento” pelo drone enviado por um civil sul-coreano, conforme a Yonhap.
- Kim afirmou que é “afortunado” o comentário de Chung, e acrescentou que Pyongyang não se importa quem enviou o drone, nem se foi uma pessoa física ou uma organização civil.
- O presidente sul-coreano, Lee Jae Myung, mencionou em janeiro uma possível brecha no sistema de monitoramento para detectar drones operados por civis locais.
Kim Yo Jong, irmã do líder norte-coreano, afirmou que autoridades sul-coreanas devem tomar medidas para evitar nova violação de soberania após o recente drone que entrou no espaço aéreo da Coreia do Norte. A declaração foi veiculada pela KCNA, agência estatal.
A KCNA destacou que Kim expressou apreço pela retratação do ministro da Unificação da Coreia do Sul, Chung Dong-young, a quem chamou de comportamento sensato. O conteúdo reforça a posição de Pyongyang sobre o incidente.
Chung havia expressado profundo pesar pela intrusão de um drone enviado por um civis sul-coreano, conforme a Yonhap. Kim afirmou que não importa quem enviou o drone, nem se foi um indivíduo ou uma organização civil.
Contexto e desdobramentos
Nesta semana, o presidente sul-coreano, Yoon Suk Yeol, reforçou que a Coreia do Sul pode ter identificado uma brecha no sistema de monitoramento para drones operados por civis locais, sinalizando a necessidade de avaliação de procedimentos.
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