- O Tribunal de Contas da União arquivou, por unanimidade, a ação que questionava a indicação de Otto Lobo para a presidência da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
- O Ministério Público junto ao TCU havia pedido o barramento da nomeação, alegando que não seguia padrões técnicos e sim políticos.
- Otto Lobo está na CVM desde 2022, quando foi levado para a diretoria pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.
- A indicação encontrou resistência dentro do Ministério da Fazenda, que coordena a comissão, com a preferência de outros nomes entre auxiliares de Fernando Haddad.
- A decisão foi tomada pelo ministro Bruno Dantas, acompanhando o entendimento da área técnica do tribunal.
O Tribunal de Contas da União arquivou, por unanimidade, a ação que questionava a indicação do presidente Lula para a presidência da CVM. O processo foi relatado pelo ministro Bruno Dantas, seguindo o entendimento da área técnica do TCU.
A iniciativa de barrar a nomeação partiu do Ministério Público junto ao TCU, que alegou falta de critérios técnicos e apontou motivações políticas na indicação. Otto Lobo ocupa a CVM desde 2022, quando foi levado ao órgão pelo então presidente Jair Bolsonaro para a diretoria.
A indicação para chefiar a CVM enfrentou resistência interna ao Ministério da Fazenda, órgão que coordena a comissão. Auxiliares do ministro Fernando Haddad teriam preferido outros nomes para o cargo, segundo informações da apuração da época.
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