- O presidente da Amprev, Jocildo Silva Lemos, pediu exoneração do cargo nesta quarta-feira (11) para “preservar a instituição” e colaborar com as investigações.
- A Polícia Federal investiga supostas irregularidades na aplicação de cerca de R$ 400 milhões da Amprev em letras financeiras do Banco Master.
- Jocildo Lemos era apontado como articulador das decisões do Comitê de Investimentos e teve mandado de busca e apreensão na operação chamada Zona Cinzenta.
- A apuração permanece em andamento pela PF.
- A nota de exoneração ressalta que os procedimentos adotados sob a gestão observaram a legalidade e que há confiança na Justiça.
O presidente da Amprev, Jocildo Silva Lemos, pediu exoneração do cargo nesta quarta-feira, 11, para preservar a instituição e colaborar com as investigações. A decisão ocorre após a Polícia Federal deflagrar operação ligada à gestão de recursos do fundo previdenciário estadual.
A investigação apura a aplicação de cerca de 400 milhões de reais em letras financeiras do Banco Master, operação considerada de alto risco. Lemos foi apontado como articulador das decisões do Comitê de Investimentos e teve mandado de busca e apreensão emitido pela PF na operação conhecida como Zona Cinzenta.
A PF segue acompanhando o caso e a Amprev informou que manterá a transparência durante o andamento das apurações. A administração atual reforça o compromisso com a legalidade dos atos e com a responsabilização dos responsáveis, caso comprovados desvios.
Sobre a operação
A Polícia Federal investiga as escolhas de investimentos feitas pela Amprev sob a gestão de Lemos, com foco em operações realizadas no Banco Master. O inquérito busca esclarecer eventuais irregularidades e o funcionamento do comitê responsável pelas aplicações.
A instituição informou que a exoneração não implica automaticamente culpa de Jocildo Lemos, ressaltando a continuidade do atendimento aos segurados. O caso permanece sob apuração e novas informações devem surgir conforme a PF avança nas diligências.
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