- O primeiro-ministro Alexandre(M) Alexandru Munteanu afirmou que todos os moldovos devem obedecer à lei, incluindo fiéis envolvidos em ofensas por invadir uma igreja.
- A igreja ocupada fica em Dereneu, no centro de Moldova, e foi tomada por um sacerdote ligado à igreja russa, acompanhado da esposa e de dois filhos.
- Um grupo de fiéis confrontou a polícia e se abrigou dentro do templo após a ação de ocupação.
- O conflito religioso envolve as duas igrejas do país: a Moldava Metropolia, subordinada à Igreja Ortodoxa russa, e a Metropolia de Bessarábia, ligada à igreja romena; ambas lotam paróquias no país.
- Seis pessoas foram detidas, incluindo o prefeito da vila, e o governo disse que acompanhará os desdobramentos dos casos criminais que teriam começado.
O primeiro-ministro Alexandru Munteanu afirmou que todas as pessoas devem cumprir a lei, incluindo fiéis acusados de infrações de ordem pública por invadir uma igreja que, segundo decisão judicial, foi transferida a uma facção rival da Igreja Ortodoxa. O episódio ocorreu na Moldávia central.
Um sacerdote ligado à Igreja ligada a Moscou ocupou o prédio na semana passada, em Dereneu, acompanhado pela esposa e dois filhos. Na terça-feira, um grupo de fiéis entrou em confronto com a polícia de elite e conseguiu se abrigar dentro do templo.
A disputa entre a Metropolia da Moldávia, ligada à Igreja Ortodoxa russa, e a Metropolia de Bessarábia, ligada à igreja romena, permanece aberta. O caso envolve cerca de mil paróquias da primeira e aproximadamente 300 da segunda.
Munteanu declarou que cabe à comunidade religiosa resolver as diferenças sem envolvimento do governo, desde que o cumprimento da lei seja uniforme. O premiê afirmou ainda que os casos criminais, segundo nota, estão em andamento e serão acompanhados pelo governo.
Contexto da disputa entre igrejas
A tensão entre as duas instituições religiosas é antiga, com debates sobre liderança, propriedades e jurisdição no país entre Ucrânia e Romênia, onde a maioria dos fieis identifica-se com o Orthodoxismo. Autoridades locais reportam detenções de seis pessoas, incluindo o prefeito da vila.
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