- O governo do Líbano decidirá na próxima semana a segunda fase de um plano para estender a autoridade do Estado e colocar todas as armas sob controle em áreas ao norte do rio Litani, afirmou o ministro da informação, Paul Morcos, durante visita ao Kuwait.
- A decisão levará em conta uma apresentação do exército sobre necessidades e capacidades, segundo Morcos.
- O exército já disse ter assumido controle operacional entre o Litani e a fronteira com Israel em janeiro; o gabinete pediu um briefing sobre desarmamento em outras regiões do país.
- O objetivo é ampliar a autoridade estatal e buscar estabilidade, sem confronto com o movimento Hezbollah, disse Morcos.
- O contexto inclui ataques israelenses na região desde o fim da guerra com Hezbollah e um cessar-fogo mediado pelos EUA em novembro de dois mil e vinte e quatro.
O governo do Líbano decidirá, na próxima semana, como avançar para a segunda fase de um plano de ampliar sua autoridade e levar todas as armas sob controle estatal na região ao norte do rio Litani. A decisão depende de uma apresentação do exército sobre necessidades e capacidades, disse o ministro da Informação, Paul Morcos, durante visita ao Kuwait.
Morcos informou aos jornalistas que a primeira fase foi concluída ao sul do litani. O governo irá discutir, na sequência, os próximos passos para desarmar outras áreas do país, com base no que o comandante do exército apresentar como requisitos operacionais.
O ministério afirmou que o objetivo é consolidar o controle estatal sobre as armas, em conformidade com o cessar-fogo mediado pelos EUA em novembro de 2024, que encerrou o conflito entre Israel e o Hezbollah. O governo nega a possibilidade de confronto entre o exército e o Hezbollah.
O Exército havia comunicado, em janeiro, que já tinha assumido o controle operacional da área entre o Litani e a fronteira com Israel. O gabinete pediu um briefing sobre as etapas seguintes para a desarmamentação em outras regiões do país.
Israel tem promovido ataques na região desde o fim da guerra com o Hezbollah, com registros de mortes ao longo dos anos. O Hezbollah afirma respeitar o cessar-fogo na região sul, enquanto acusa o grupo de Hezbollah de buscar rearmamento em violação ao acordo.
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