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Legisladores dos EUA souberam que Trump queria indiciar via imprensa

Democratas no Congresso tomaram conhecimento, pela imprensa, de que a gestão Trump tentou indiciá-los, mas o grande júri rejeitou a iniciativa

U.S. Senator Mark Kelly (D-AZ) winds his watch as he departs the Senate floor after an evening vote at the U.S. Capitol in Washington, D.C., U.S., January 12, 2026. REUTERS/Jonathan Ernst/File Photo
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  • Congresso soube pela imprensa que a administração de Donald Trump tentou, sem sucesso, indiciar democratas após eles}(terem recomendado que militares não obedecessem ordens ilegais); o grande júri rejeitou a sugestão.
  • Quase todos os detalhes vieram à tona por meio de reportagens, com parlamentares dizendo considerar ações legais em resposta.
  • Os democratas citados têm histórico no serviço militar ou de inteligência; o caso envolve críticas a operações militares e ao uso da Guarda Nacional.
  • O episódio ocorreu em contexto de acusações de Trump de que opositores eram traidores, em declarações anteriores ao vídeo visto como ameaça à segurança nacional.
  • A liderança republicana afirmou que a imprensa considerou a medida “uma jogada ruim” e indicou que não acredita ser haver indiciamento, enquanto a apuração segue.

O que aconteceu: a administração do presidente Donald Trump tentou indiciar membros do Congresso por meio de um grande júri, mas a iniciativa foi rejeitada. A informação chegou aos democratas apenas pela imprensa, gerando preocupação sobre a prática e possíveis ações legais.

Quem está envolvido: os democratas citados atuaram no Legislativo e, segundo relatos, estavam entre os alvo de uma suposta acusação. Entre eles estão senadores e representantes com histórico de serviço militar ou participação em órgãos de inteligência. O governo também figura como responsável pela tentativa.

Quando e onde ocorreu: o episódio veio a público nesta terça-feira, com funcionamento em Washington, nos EUA. A avaliação pública se baseia em fontes próximas ao caso, citando decisões do grande júri ocorridas nos meses anteriores e a repercussão na imprensa.

Por quê: a imprensa assinala que a tentativa teria sido motivada pela crítica dos democratas a políticas do governo, incluindo posições sobre ordem de serviço militar e ações militares. A gestão de Trump tem reiteradamente defendido ações contra opositores que considera rivais políticos.

Desdobramentos e respostas legais

A reação entre membros do Congresso foi de cautela. Senadores destacaram que ainda não há clareza sobre as acusações, caso existam, e indicaram a possível abertura de ações legais para proteção de direitos e de documentos.

Entre os parlamentares, a atualidade envolve pedidos para conservar documentos relativos à investigação e confirmar o encerramento formal do processo. Advogados de um deputado repuseram preocupações com a violação de direitos constitucionais, citando liberdades de expressão e imunidade parlamentar.

Outras informações indicam que o processo começou com discussões sobre comparecimentos voluntários a entrevistas, seguindo para a atuação do grande júri. Em paralelo, denúncias sobre possíveis ameaças à segurança nacional foram mencionadas pelos envolvidos.

Contexto político e marcas da disputa

O episódio ocorre em meio a tensões entre o Executivo e o Legislativo. Líderes republicanos comentaram a decisão do júri como inapta, sem apoiar a indiciabilidade dos parlamentares, ressaltando que a resposta não seria aquela.

Além disso, o tema envolve críticas ao uso de forças federais e a debates sobre a legalidade de ações administrativas contra opositores. A imprensa tem destacado o clima de confronto entre agendas de governo e críticas de legisladores.

A situação permanece em avaliação, com advogados e representantes pouco a pouco delineando caminhos legais e administrativos a seguir, em busca de esclarecimentos formais sobre a investigação.

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