- O governo da Comunidade de Madrid informou que levará aos tribunais o anteprojeto de lei do Ministério da Sanidade, que pretende limitar a privatização da saúde, caso seja aprovado.
- O porta-voz Miguel Ángel García criticou a ministra Mónica García, afirmando que a proposta “exporta o caos sanitário” para outras comunidades.
- A autoridade regional disse que, se a lei entrar em vigor, a Madrid reagirá nos tribunais, alegando que a administração central demonstra incompetência e corrupção, com base em um relatório da Transparência Internacional.
- A presidente da comunidade, Isabel Díaz Ayuso, havia reagido afirmando que o governo de Pedro Sánchez busca uma “revolução” que destruiria a sanidade de Madrid; respondeu citando controvérsias envolvendo o setor privado de saúde.
- A representante do Más Madrid na Assembleia informou que Ayuso está preocupada com a continuidade da privatização e com impactos na saúde pública, enquanto o governo regional afirma que a lei protege a saúde pública de interesses privados.
O Governo da Comunidade de Madrid afirmou que levará o anteprojeto de lei que pretende limitar a privatização da saúde aos tribunais, caso a proposta avance. A declaração foi feita nesta manhã durante uma coletiva de imprensa.
Miguel Ángel García, porta-voz do governo regional e também assessor de Presidência, Justiça e Administração Local, criticou a ministra da Saúde, Mónica García, afirmando que a proposta exporta o caos sanitário. Segundo ele, o ministério não tem gestão eficiente.
A posição de Madrid intensifica a disputa com o governo de Pedro Sánchez, que tramita a lei destinada a reverter normas anteriores relacionadas à privatização da saúde. A oposição de Ayuso já havia sinalizado recurso aos tribunais.
Confronto político entre Madrid e o governo central
Após o Conselho de Governo, García reiterou que Madrid contestará legalmente a lei se ela for aprovada, argumentando que a gestão de Mónica García é inadequada. A acusação envolve também críticas à atuação do Ministério da Saúde.
Manuela Bergerot, porta-voz de Más Madrid, respondeu às declarações, afirmando que a situação de saúde na região é crítica, com pacientes em lista de espera e controvérsias envolvendo gestões privadas em hospitais.
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