- A Gallup anunciou que vai parar de acompanhar a aprovação presidencial após 88 anos de histórico, encerrando essa métrica de figuras políticas individuais.
- A decisão é descrita pela empresa como baseada apenas em seus objetivos e prioridades de pesquisa.
- Mesmo sem a aprovação de figuras específicas, a Gallup continuará com outros indicadores, como o Gallup Poll Social Series, o Gallup Quarterly Business Review, o World Poll e pesquisas globais.
- A métrica de aprovação presidencial já teve momentos marcantes, como picos de até 90% após os ataques de 11 de setembro e queda para 36% no fim do segundo mandato de um presidente específico, segundo o levantamento.
- A decisão ocorre em meio a críticas de figuras políticas, incluindo o então presidente Donald Trump, que já questionou a cobertura de pesquisas e matérias sobre números negativos.
Gallup anunciou a suspensão do monitoramento de aprovação presidencial após quase nove décadas. A decisão, afirmou a empresa, decorre apenas de critérios de pesquisa e prioridades internas, não de pressões externas.
A partir de agora, o Gallup não medirá mais a aprovação de figuras políticas individualmente. O objetivo é realocar o foco para pesquisas de longo prazo sobre temas e condições que afetam a vida das pessoas.
A mudança ocorre em meio ao escrutínio público sobre a popularidade de Donald Trump, que tem criticado com frequência o alcance de pesquisas. A divulgação da decisão foi feita na quarta-feira a veículos de imprensa.
Contexto e impactos
Segundo a empresa, a continuidade de pesquisas permanece firme por meio de séries como o Gallup Poll Social, o World Poll e relatórios comerciais. O objetivo é manter qualidade metodológica e foco em tendências amplas.
O histórico do Gallup, que acompanha a aprovação presidencial desde a era de Harry Truman, continua relevante para entender momentos-chave da política norte-americana. Em dias recentes, debates públicos passaram a discutir a confiabilidade de pesquisas.
Em resposta a críticas sobre metodologias, instituições jornalísticas destacaram que os métodos de coleta são independentes da leitura de resultados. A defesa enfatizou que a credibilidade depende da consistência técnica das sondagens.
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