- Na segunda-feira, o primeiro-ministro tentou recompor relações com os deputados após a renúncia de seu assessor chefe, Morgan McSweeney.
- Pouco antes do meio-dia, Tim Allen, diretor de comunicações de Keir Starmer, anunciou sua saída do cargo.
- Ainda pela manhã, Anas Sarwar, líder do Labour na Escócia, realizou uma coletiva pedindo que Starmer se demita.
- A tentativa era provocar um levante dentro do partido, mas, no fim da tarde, ministros do gabinete passaram a apoiar o premiê.
- A situação, ao que tudo indica, deixou Starmer com a posição aparentemente segura por ora.
Ontem, o primeiro-ministro enfrentou uma crise interna ao tentar recompor relações com os deputados, após a saída de seu principal assessor. A movimentação demorou horas para se consolidar e manter a estabilidade no governo.
Pouco antes do meio-dia, Tim Allen, diretor de comunicações de Keir Starmer, anunciou sua demissão. O desfecho acelerou as especulações sobre o futuro político do premiê.
Ao longo da tarde, Anas Sarwar, líder do Labour na Escócia, informou que iria realizar uma coletiva para pedir a renúncia de Starmer. A intenção era provocar um motim dentro do partido, segundo a cobertura de Helen Pidd.
De modo gradual, ministros do gabinete passaram a apoiar Starmer, reduzindo a ameaça imediata ao governo. No fim do dia, a posição do premiê parecia mais estável, pelo menos por ora.
Desdobramentos e leitura do cenário: a sequência de demissões e o posicionamento de lideranças regionais expuseram tensões internas, mas ainda não houve confirmação de mudança de liderança. A rodada de declarações segue aguardada para os próximos dias.
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